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ÍNDICE TEMÁTICO ................................................................................................................................................................ 5
APRESENTAÇÃO .................................................................................................................................................................... 8
NOSSOS VALORES .......................................................................................................................................................................................... 9
A JORNADA DO CIDADÃO ........................................................................................................................................................................... 10
COMO ESTE PLANO ESTÁ ORGANIZADO .................................................................................................................................................. 11
UM NOVO CAMINHO ................................................................................................................................................................................... 12
BRASIL SEM MEDO ............................................................................................................................................................. 13
TERRORISTA VAI SER TRATADO COMO TERRORISTA ............................................................................................................................. 13
O CRIME DO MENOR NÃO É MENOR ......................................................................................................................................................... 13
TROPA DE ELITE NAS FRONTEIRAS .......................................................................................................................................................... 13
MAIS PRESÍDIOS, MENOS BANDIDOS SOLTOS ......................................................................................................................................... 14
CORTAR O MAL PELA RAIZ ........................................................................................................................................................................ 14
TOLERÂNCIA ZERO PARA O FEMINICÍDIO ................................................................................................................................................ 14
ACABAR COM A COCAÍNA “MADE IN BRAZIL” ......................................................................................................................................... 15
MENOS VERBO MAIS VERBA ...................................................................................................................................................................... 15
LUZ, CÂMARA, PRISÃO ............................................................................................................................................................................... 15
AUXÍLIO DAS FAMÍLIAS DAS VÍTIMAS, NÃO DOS BANDIDOS .................................................................................................................. 15
SEM DESCONTO PARA A BARBÁRIE .......................................................................................................................................................... 15
QUEM NÃO ENTRAR NA LINHA VAI SER DESLIGADO DA SOCIEDADE ................................................................................................... 16
BRASIL POR ELAS ................................................................................................................................................................ 17
CENTRAL DA MULHER ............................................................................................................................................................................... 17
APLICATIVO CENTRAL DA MULHER ........................................................................................................................................................ 18
BÔNUS DE INTERNET ................................................................................................................................................................................. 18
CLARIA ........................................................................................................................................................................................................ 18
DENÚNCIA FACILITADA ............................................................................................................................................................................. 18
ORIENTAÇÃO FINANCEIRA ........................................................................................................................................................................ 19
GANHA, GANHA .......................................................................................................................................................................................... 19
CASA SEGURA ............................................................................................................................................................................................. 20
ESCOLA BRASIL POR ELAS ........................................................................................................................................................................ 20
MAIS TRABALHO PARA ELAS ................................................................................................................................................................... 20
CRECHE GARANTIDA PARA TODA CRIANÇA ............................................................................................................................................ 21
SAÚDE PARA ELAS ..................................................................................................................................................................................... 21
BRASIL SEM FILA ................................................................................................................................................................. 23
INTERNET COMO INFRAESTRUTURA ........................................................................................................................................................ 24
ESTADO DIGITAL: TODOS OS SERVIÇOS NA PALMA DA MÃO ................................................................................................................. 24
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL A SERVIÇO DO CIDADÃO .............................................................................................................................. 25
SAÚDE DIGITAL E PRONTUÁRIO ELETRÔNICO ÚNICO ............................................................................................................................ 25
INSS SEM FILA ........................................................................................................................................................................................... 26
DESBUROCRATIZAÇÃO PARA QUEM EMPREENDE .................................................................................................................................. 27
MENOS BUROCRACIA NO CAMPO .............................................................................................................................................................. 27
BRASIL MAIS BARATO ....................................................................................................................................................... 29
MENOS IMPOSTO NO QUE VOCÊ CONSOME ............................................................................................................................................. 30
CONTA DE LUZ MAIS SIMPLES E MAIS BARATA ....................................................................................................................................... 31
COMIDA MAIS BARATA NA PRATELEIRA .................................................................................................................................................. 31
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CRÉDITO QUE NÃO AFUNDA A FAMÍLIA ................................................................................................................................................... 32
BRASIL QUE PREPARA ...................................................................................................................................................... 34
ENSINAR DE VERDADE ............................................................................................................................................................................... 34
PREPARAR PARA O TRABALHO QUE EXISTE ............................................................................................................................................ 36
SAÚDE QUE CUIDA ANTES DE A DOENÇA CHEGAR .................................................................................................................................. 37
CUIDAR DE QUEM A GENTE AMA .............................................................................................................................................................. 38
ESPORTE QUE FORMA ................................................................................................................................................................................ 40
CULTURA QUE VALORIZA NOSSAS RAÍZES ............................................................................................................................................... 41
BRASIL QUE PROSPERA .................................................................................................................................................... 42
DA PROTEÇÃO À AUTONOMIA ................................................................................................................................................................... 42
TRABALHO QUE COMPENSA ...................................................................................................................................................................... 43
O TRABALHADOR EM PRIMEIRO LUGAR, NÃO O SINDICATO ................................................................................................................. 44
NEGÓCIO PRÓPRIO ..................................................................................................................................................................................... 45
A CAIXA COMO BANCO DA PROSPERIDADE .......................................................................................................................................... 46
A CASA PRÓPRIA ......................................................................................................................................................................................... 47
BRASIL QUE CRESCE ........................................................................................................................................................... 49
SEGURANÇA JURÍDICA: A REGRA DO INÍCIO É A REGRA DO FIM ............................................................................................................ 49
LOGÍSTICA E TRANSPORTE ........................................................................................................................................................................ 50
MOBILIDADE URBANA ............................................................................................................................................................................... 51
SEGURANÇA HÍDRICA ................................................................................................................................................................................. 52
ENERGIA ...................................................................................................................................................................................................... 52
AGRONEGÓCIO ............................................................................................................................................................................................ 53
MINERAIS CRÍTICOS ................................................................................................................................................................................... 55
TECNOLOGIA E INOVAÇÃO ......................................................................................................................................................................... 56
MEIO AMBIENTE: O ATIVO VERDE DO BRASIL ....................................................................................................................................... 57
TURISMO: UMA VOCAÇÃO QUE RENDE .................................................................................................................................................... 59
DESENVOLVIMENTO REGIONAL: REDUZIR A DISTÂNCIA ENTRE AS REGIÕES ..................................................................................... 60
SOBERANIA COM PROFISSIONALISMO, NÃO COM IDEOLOGIA ............................................................................................................... 61
BRASIL NO MUNDO ..................................................................................................................................................................................... 62
COMPETITIVIDADE DOMÉSTICA ............................................................................................................................................................... 64
BRASIL QUE CUMPRE A CONSTITUIÇÃO ...................................................................................................................... 65
REFORMA DO JUDICIÁRIO: O STF COMO CORTE CONSTITUCIONAL ................................................................................................... 65
REFORMA POLÍTICA ................................................................................................................................................................................... 66
TESOURAÇO NA CENSURA ......................................................................................................................................................................... 66
BRASIL QUE NÃO VOLTA ATRÁS .................................................................................................................................... 68
MAIS BRASIL E MENOS BRASÍLIA ............................................................................................................................................................ 68
ENXUGAR A MÁQUINA E PROFISSIONALIZAR A GESTÃO PÚBLICA ..................................................................................................... 69
CONTAS EM ORDEM PARA JUROS E INFLAÇÃO MENORES ...................................................................................................................... 70
MENOS IMPOSTOS: A REFORMA TRIBUTÁRIA CORRIGIDA .................................................................................................................... 71
O LADO DOS APOSENTADOS: FIM DAS FRAUDES .................................................................................................................................... 72
CONCLUSÃO: UM CONVITE À NAÇÃO (O BRASIL VAI VENCER) ............................................................................ 74
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ÍNDICE TEMÁTICO
AGRONEGÓCIO E CAMPO
Armazenamento de safras .......................................... 31, 53
Cadastro ambiental rural ................................................... 55
Cadastro fundiário e ambiental ....................................... 28
Combustíveis sustentáveis de aviação ......................... 55
Conectividade nas áreas rurais ....................................... 24
Desenvolvimento sustentável .......................................... 55
Direito de propriedade ....................................................... 54
Irrigação .................................................................................... 54
Outorgas de irrigação .......................................................... 27
Pagamento por serviços ambientais ............................. 55
Rastreabilidade de cadeias produtivas ........................ 28
Saneamento rural .................................................................. 47
Segurança alimentar ..................................................... 32, 53
Seguro rural ...................................................................... 31, 53
Títulos rurais .................................................................... 27, 54
Trabalho no campo ............................................................... 53
APOSENTADOS E PREVIDÊNCIA
INSS gestão profissional ..................................................... 26
INSS sem fila ..................................................................... 26, 73
Pacote antifraude .................................................................. 72
ASSISTÊNCIA SOCIAL
Apostas - conscientização .................................................. 33
Apostas com recurso de programas sociais ............... 33
Casa Verde e Amarela .......................................................... 47
Idosos - Casa segura para envelhecer .......................... 39
Idosos - Instituições de longa permanência .............. 39
Mobilidade social ................................................................... 42
Programas sociais - manutenção ....................................... 42
Programas sociais - prioridade nas ações do Estado .... 43
Retorno sem fila pós seguro desemprego .................. 43
Trilha de qualificação .......................................................... 43
Voucher educacional em falta de vagas ....................... 35
Voucher-creche ...................................................................... 21
CULTURA
Leis de incentivo .................................................................... 41
Patrimônios históricos ........................................................ 41
DESENVOLVIMENTO REGIONAL
Água e esgoto .......................................................................... 47
Defesa Civil ............................................................................... 52
Habitação .................................................................................. 47
Lixão zero ................................................................................. 47
Mobilidade urbana ................................................................ 51
Saneamento básico ............................................................... 47
Saneamento rural .................................................................. 47
Trem de passageiros ............................................................ 51
Turismo ............................................................................... 51, 59
Urbanização de áreas degradadas .................................. 47
ECONOMIA
Agências reguladoras ........................................................... 69
Avaliação de políticas públicas ........................................ 71
CAIXA – banco da prosperidade ...................................... 46
Combate à corrupção ........................................................... 70
Dívida Pública .................................................................. 33, 71
Equilíbrio fiscal ....................................................................... 71
Estatais - Lei das Estatais ................................................... 70
Estatais - recrutamento profissional ............................. 70
Financiamento para infraestrutura ............................... 50
Ganha, Ganha ........................................................................... 46
Inflação no centro da meta ................................................ 33
Minerais críticos ..................................................................... 55
Orientação financeira ................................................... 19, 33
Profissionalização da gestão pública ............................ 69
Programa Nacional de Desestatização ......................... 70
Redução de impostos .................................................... 30, 71
Redução do custo do trabalho .......................................... 43
Reforma Administrativa ..................................................... 69
Reforma Tributária ........................................................ 30, 71
Reformulação das regras fiscais ...................................... 71
Revisão normativa infralegal ........................................... 69
Tesouraço ................................................................................. 68
Transparência ......................................................................... 71
EDUCAÇÃO
Alfabetização (método fônico) ......................................... 35
Altas habilidades .................................................................... 35
Capacitação contínua de professores ........................... 35
Conectividade nas escolas ................................................. 24
Creche – ampliação de vagas ............................................ 21
Economia digital no currículo escolar .......................... 35
Ensino superior e inovação ............................................... 36
Ensino técnico ......................................................................... 36
Escola em tempo integral ................................................... 35
Escola nas férias ..................................................................... 35
Escola sem doutrinação ...................................................... 35
Escolas cívico-militares ...................................................... 35
Esporte na escola ................................................................... 40
Financiamento estudantil .................................................. 37
Gestão escolar por resultados .......................................... 35
Política Nacional de Formação de Talentos ............... 36
Reforço escolar – Programa Acolher ............................. 35
Voucher educacional em falta de vagas ....................... 36
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Voucher-creche ...................................................................... 21
EMPREENDEDORISMO
Abertura de empresa ........................................................... 27
Crédito para empreender .................................................. 45
Internacionalização dos pequenos negócios ............. 45
Revogaço regulatório ........................................................... 27
ENERGIA
Biocombustíveis ..................................................................... 53
Conta de luz ...................................................................... 31, 53
Data Centers ............................................................................. 53
Gás não convencional - fracking ..................................... 52
Óleo e gás .................................................................................. 52
Programa Nacional de Segurança Energética ........... 52
Redução da CDE .............................................................. 31, 53
Redução de impostos ........................................................... 53
Renovabio ................................................................................. 53
Transição energética ............................................................ 63
EQUILÍBRIO ENTRE OS PODERES
Fim da reeleição ..................................................................... 66
Judiciário - fim das decisões monocráticas ................ 65
Reforma do judiciário .......................................................... 65
Reforma política ..................................................................... 66
ESPORTE
Alto rendimento ..................................................................... 40
Bolsas esportivas ................................................................... 40
Esporte feminino ................................................................... 40
Esporte na escola ................................................................... 40
Paradesporto ........................................................................... 40
GESTÃO PÚBLICA
100% dos serviços públicos digitalizados .................. 25
Agências reguladoras .......................................................... 69
Combate à corrupção ........................................................... 70
Corte de Ministérios ............................................................. 69
Processo orçamentário ....................................................... 69
Profissionalização da gestão pública ............................ 69
Redução de despesas ........................................................... 69
Reforma Administrativa ..................................................... 69
Revisão normativa infralegal ........................................... 69
Tesouraço ................................................................................. 68
IDOSOS
Aplicativo de companhia e alerta ................................... 25
Casa segura para envelhecer ............................................ 39
Emprego .................................................................................... 44
Instituições de longa permanência ................................ 39
Programa de atendimento aos idosos .......................... 37
Rede Nacional de Cuidado ................................................. 21
INFRAESTRUTURA
Energia ....................................................................................... 55
Ferrovias ................................................................................... 51
Financiamento ........................................................................ 50
Hidrovias ................................................................................... 51
Licenciamento Ambiental .................................................. 49
Logística - Corredores logísticos inteligentes .... 31, 51
Logística e transporte .......................................................... 50
Minerais críticos ..................................................................... 55
Mobilidade urbana ................................................................ 51
Modernizar marcos regulatórios .................................... 50
Segurança hídrica .................................................................. 52
Segurança jurídica ................................................................. 50
JOVENS
Economia digital no currículo escolar .......................... 35
Ensino superior e inovação ............................................... 36
Ensino técnico ......................................................................... 36
Escola nas férias ..................................................................... 35
Esporte na escola ................................................................... 40
Financiamento estudantil .................................................. 37
Primeira empresa .................................................................. 45
Primeiro emprego ................................................................. 43
MEIO AMBIENTE
Amazônia ................................................................................... 58
Bioeconomia ............................................................................ 57
Cooperação nas fronteiras ................................................. 58
Desenvolvimento sustentável .......................................... 57
Fiscalização ambiental ........................................................ 58
Floresta preservada .............................................................. 58
Lixão zero .................................................................................. 47
Mercado de carbono ............................................................. 57
O povo da floresta não é inimigo .................................... 59
Pagamento por serviços ambientais ............................. 57
Proteção dos biomas ............................................................ 58
Redução de queimadas ....................................................... 58
Redução do desmatamento ............................................... 58
Saneamento básico ........................................................ 47, 57
Transparência de financiadores ...................................... 59
MULHER E FAMÍLIA
Bônus de internet .................................................................. 18
Canais de denúncia ............................................................... 18
Capacitação feminina ........................................................... 20
Central da Mulher .................................................................. 17
ClarIA (assistente virtual) .................................................. 18
Escritura da casa própria ................................................... 20
Espaços de acolhimento ..................................................... 20
Ganha, Ganha ........................................................................... 19
Independência financeira .................................................. 19
Orientação financeira .......................................................... 19
Saúde para Elas ...................................................................... 21
Trabalho para elas ................................................................. 20
7
Voucher-creche ...................................................................... 21
PACTO FEDERATIVO
Mais Brasil, Menos Brasília ............................................... 68
Municípios fortalecidos ...................................................... 68
Processo orçamentário ....................................................... 69
PESSOAS COM DEFICIÊNCIA OU
DOENÇAS RARAS
Doenças Raras ......................................................................... 39
Paradesporto ........................................................................... 40
Pessoas com deficiência ..................................................... 39
Rede Nacional de Cuidado ................................................. 21
Transtorno do Espectro Autista ...................................... 39
RELAÇÕES INTERNACIONAIS
Abertura comercial ............................................................... 62
Adesão à OCDE ....................................................................... 63
Cadeias globais de valor ..................................................... 63
Competitividade doméstica .............................................. 64
Defesa nacional ...................................................................... 63
Fortalecimento de multinacionais brasileiras .......... 63
Soberania .................................................................................. 61
Transição energética ............................................................ 63
SAÚDE
Agendamento ágil por inteligência artificial ............. 26
Digitalização do SUS ............................................................. 26
Exames preventivos ............................................................. 37
Horários ociosos da rede privada .................................. 37
Hospitais universitários federais - modernização .. 37
Imunização ............................................................................... 37
Prevenção ................................................................................. 38
Programa de atendimento aos idosos .......................... 37
Prontuário eletrônico único ............................................. 25
Remédio à domicílio ............................................................. 38
Saúde da família ..................................................................... 37
Saúde mental ........................................................................... 39
Tabela SUS - Correção ......................................................... 37
Telessaúde ................................................................................ 38
SEGURANÇA JURÍDICA
Estado responsável ............................................................... 50
Licenciamento Ambiental .................................................. 49
Modernizar marcos regulatórios .................................... 50
Negociado sobre o legislado ............................................. 44
Regras estáveis ....................................................................... 50
Revisão normativa infralegal ........................................... 69
Terras indígenas e quilombolas ...................................... 50
SEGURANÇA PÚBLICA
Auxílio às famílias das vítimas ......................................... 15
Castração química para estupradores .......................... 14
Facções e crime organizado .............................................. 13
Feminicídio - Canais de denúncia ................................... 18
Feminicídio - tolerância zero ............................................ 14
Fronteiras ................................................................................. 13
Investimento em segurança pública ............................. 15
Maioridade penal ................................................................... 13
Presídios .................................................................................... 14
Progressão de pena zero para crimes hediondos .... 15
Reconhecimento facial ........................................................ 15
Retomar áreas sob domínio de facções ........................ 47
Roubo de celular .................................................................... 16
Tráfico e cocaína nos portos ............................................. 15
TECNOLOGIA, INOVAÇÃO E ESTADO
DIGITAL
100% dos serviços públicos digitalizados .................. 25
Bônus de internet .................................................................. 18
Conectividade - expansão .................................................. 24
Digitalização do SUS ............................................................. 26
Estratégia Nacional de Inteligência Artificial ............ 56
Identidade digital única ...................................................... 25
Inteligência artificial a serviço do cidadão ................. 25
Internet - pacotes de conexão .......................................... 24
Liberdade de criar e inovar ............................................... 56
Patentes globais de IA .......................................................... 56
Produtores de tecnologia ................................................... 56
Proteção de dados ................................................................. 57
Telessaúde ................................................................................ 38
TRABALHO E EMPREGO
Banco nacional de vagas de emprego ........................... 44
Negociado sobre o legislado ............................................. 44
Primeira empresa .................................................................. 45
Primeiro emprego ................................................................. 43
Redução do custo do trabalho .......................................... 43
Resistir à República Sindical ............................................. 44
Trabalhador acima de 50 anos ........................................ 44
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APRESENTAÇÃO
O Brasil merece voltar a ser o Brasil
O Estado brasileiro possui o vício de enxergar a realidade em pedaços. A
administração pública foi organizada para enfrentar problemas de forma
isolada, enquanto a vida dos brasileiros acontece exatamente de maneira
oposta. A insegurança restringe a liberdade de ir e vir, afeta o trabalho,
desestimula o empreendedorismo e transforma a rotina das famílias. Uma
doença compromete o orçamento familiar; a falta de apoio no cuidado com
crianças e idosos dificulta a permanência de pais e mães no mercado de
trabalho; uma educação de baixa qualidade reduz oportunidades e
compromete o futuro de toda uma geração.
Se os desafios enfrentados pelos brasileiros estão conectados, a resposta do
governo também precisa ser integrada. Governar é olhar para a vida das
pessoas como ela realmente é.
Quem trabalha de sol a sol para sustentar a família não formula suas dúvidas
em termos de ministérios. As perguntas são outras: como pago as contas este
mês? Como consigo um emprego melhor? Como cuido dos meus filhos?
Como tenho certeza de que todos voltam para casa em segurança? Como saio
do auxílio pelas minhas próprias pernas? Como compro minha primeira casa?
Como abro meu próprio negócio?
Essas perguntas nunca foram tão difíceis de responder. Nos últimos anos, a
vida ficou mais cara e mais incerta, e a razão tem nome: o gasto público sem
controle. Quando o Estado gasta mais do que arrecada, a conta não
desaparece, ela volta para a família em forma de imposto no preço, de juro no
cartão e de dinheiro que compra menos no fim do mês.
O Brasil já viveu esse filme. No segundo trimestre de 2014, o país entrou na
maior recessão de sua história. Não foi acaso nem azar, foi a escolha de um
modelo que incha a máquina pública e gasta mais do que pode. E esse modelo
se repete hoje: mesmo arrecadando como nunca, o governo atual gasta ainda
mais, e a dívida pública, que havíamos reduzido entre 2019 e 2022, voltou a
crescer de forma acelerada, um salto de cerca de 13 pontos do PIB em apenas
quatro anos. Depois de quase duas décadas no poder, com um intervalo de
apenas seis anos, a tragédia que aí está tem a assinatura do PT . Insistir no
9
mesmo caminho é condenar o Brasil a perder mais um tempo que ele não
tem.
Nós já mostramos que dá para fazer diferente: mesmo diante da maior
pandemia em cem anos, fizemos a dívida cair. Há outro caminho, e é o que
este Plano apresenta: o caminho de volta ao equilíbrio, para que a vida caiba
no orçamento e o esforço de cada família volte a valer a pena.
Nesta escolha, o que está em jogo não é qual candidatura vence, é o próprio
Brasil. Continuar no mesmo caminho é condená-lo a perder; mudar é a chance
de fazê-lo vencer de novo.
Este Plano foi organizado para responder a essas perguntas, fazendo o Brasil
crescer e melhorando a vida das famílias no seu dia a dia. É por isso que ele
existe: para que o Brasil volte a vencer.
Nossos valores
Nossa forma de governar permanece fiel a valores que consideramos
inegociáveis e que sustentam a sociedade brasileira: o respeito à liberdade, à
família, à vida desde a concepção, à propriedade privada, à democracia, à
liberdade de expressão e à liberdade religiosa.
O papel do Estado não é tornar as pessoas dependentes do governo, mas criar
as condições para que as famílias conquistem autonomia, prosperidade e
liberdade. Manteremos e aperfeiçoaremos os programas sociais, porque
nenhum brasileiro pode ficar para trás, mas a proteção não é o fim da linha: é
o começo de uma trilha que leva à qualificação, ao trabalho, ao crédito e ao
patrimônio. Apenas administrar carências é comodismo. Nossa missão é
apoiar cada brasileiro na construção do próprio futuro, e acompanhar cada
família em todas as etapas da vida, inclusive no cuidado com quem envelhece.
Essa forma de governar já demonstrou sua capacidade de produzir resultados
concretos. Foi com esses princípios que o governo do Presidente Jair
Bolsonaro enfrentou um dos períodos mais desafiadores da história recente,
preservando a responsabilidade fiscal, fortalecendo a proteção às famílias
mais vulneráveis, realizando reformas estruturantes e modernizando o Estado,
mesmo diante da pandemia e dos impactos da guerra no cenário
internacional.
10
A jornada do cidadão
A vida de uma família não se divide em ministérios. Ela se organiza como uma
trajetória: proteção, formação, trabalho, iniciativa, crédito, patrimônio e um
envelhecimento digno. A maior parte dos capítulos deste Plano acompanha
essa trajetória. A segurança protege a criança na escola e o comerciante no
balcão. A simplificação do Estado poupa tempo de quem busca o primeiro
emprego e de quem já se aposentou. O crédito serve a quem quer estudar, a
quem quer empreender e a quem quer comprar a casa própria. E a tecnologia
e a inteligência artificial estarão a serviço de toda a jornada, integrando
informações, eliminando burocracias e aproximando o Estado de quem ele
deve servir.
Mas a jornada de cada família acontece dentro de um país, e esse país
também precisa funcionar. Por isso, ao lado dos capítulos que acompanham
a vida do cidadão, este Plano dedica um eixo ao Brasil que precisa crescer: a
infraestrutura, a energia, o agronegócio, a tecnologia e a inserção no mundo.
Quando o país cresce, cada conquista individual vale mais, dura mais e alcança
mais gente.
11
Como este Plano está organizado
Brasil sem Medo, para sua família voltar para casa em paz
Nossa jornada começa pelo direito de viver sem medo. Sem segurança não há
trabalho, não há negócio aberto, não há criança brincando na rua de casa, não
há futuro. É por isso que a primeira obrigação do nosso governo será devolver
o Brasil às famílias brasileiras e tirá-lo das mãos do crime.
Brasil por Elas, fortalecer as mulheres é fortalecer a família
Quando protegemos uma mulher, protegemos uma família. Este programa
não é um capítulo à parte: ele percorre todos os eixos deste Plano, da proteção
ao patrimônio.
Brasil sem Fila, seu tempo é seu
Um governo que facilita a vida, e não que cria obstáculos. Um Tesouraço da
Burocracia para integrar serviços, reunir o atendimento em um só lugar e
acabar com o que trava o cidadão e o empreendedor.
Brasil Mais Barato, para sobrar dinheiro no fim do mês
Menos imposto no que a família consome, conta de luz mais simples e mais
barata, custo de transporte menor na prateleira do supermercado e crédito
que não afunda o orçamento.
Brasil que Prepara, para sua família ter as ferramentas para vencer
Educação de verdade, saúde acessível, esporte que forma e apoio no cuidado
com crianças e idosos. Ninguém constrói futuro sem preparo e sem tempo.
Brasil que Prospera, para você conquistar o que é seu
Proteção social como ponto de partida, trabalho que compensa, negócio
próprio, a CAIXA como ferramenta de crédito e mobilidade social, e a casa
própria. A jornada em que o cidadão conquista o que é seu pelo próprio
esforço.
Brasil que Cresce, o país que dá condições a quem quer trabalhar e produzir
Segurança jurídica, infraestrutura, energia, agronegócio, tecnologia, minerais
críticos, meio ambiente, turismo e inserção no mundo. O país que funciona
por baixo da vida de cada família e faz cada conquista ir mais longe.
12
Brasil que Cumpre a Constituição , regras que valem para todos e não
mudam no meio do jogo
Instituições fortes, cada Poder dentro de seus limites e um Tesouraço na
Censura para garantir a liberdade de criticar sem medo. Regras iguais para
todos: ninguém está acima da Constituição.
Brasil que Não Volta Atrás, para que isso seja permanente
Tesouraço nos gastos públicas: equilíbrio fiscal, reforma do Estado, combate à
corrupção e menos impostos. A garantia que tudo o que foi prometido tem
lastro.
Um novo caminho
O Brasil precisa de uma alternativa liberal, conservadora, reformista e corajosa:
um Estado eficiente, que cumpra bem o que é seu dever, pare de atrapalhar
quem trabalha e volte a servir o cidadão, respeitando seus valores.
Governar é devolver ao cidadão a segurança, a liberdade e as oportunidades
para construir o próprio destino.
13
BRASIL SEM MEDO
A soberania começa na porta da sua casa
Nenhuma família vive, trabalha ou prospera sob o domínio do medo. Antes de
qualquer outra coisa, o brasileiro precisa poder deixar o filho ir à escola, abrir a
porta do comércio de manhã e voltar para casa à noite sem rezar para chegar
inteiro. Segurança não é um tema entre outros: é a condição para todos os
demais. Sem ela, não há emprego que vingue, negócio que abra, criança
brincando na rua nem futuro que se construa.
Por isso a jornada deste Plano começa aqui, devolvendo o Brasil às mãos de
quem trabalha e tirando-o do controle do crime. O que se segue não é
discurso: é um conjunto de medidas duras, concretas e aplicáveis desde o
primeiro dia, para que quem volte a mandar no Brasil seja a lei.
Terrorista vai ser tratado como terrorista
Vamos declarar guerra ao crime organizado. PCC, CV, milícias e todas as outras
facções serão declaradas como organizações narcoterroristas. Elas serão
combatidas com força, inteligência e integração para que seus líderes sejam
presos e seus negócios ilícitos, asfixiados. Vamos seguir o dinheiro do crime:
bloquearemos ativos e desarticularemos a lavagem de dinheiro que sustenta
as facções. Bandido armado com fuzil na mão vai ser abatido pelas forças de
segurança. Vamos fazer consórcios e convênios com estados e municípios
para investir em inteligência, retomada de territórios alinhada a políticas
públicas estruturantes, tecnologia, armamentos de última geração e
valorização do policial. Quem vai voltar a mandar no Brasil será a lei.
O crime do menor não é menor
O novo governo do Brasil vai apoiar e sancionar a redução da maioridade
penal de 18 para 16 anos. Vamos punir também maiores de 14 anos que
cometerem crimes graves, como estupro, tráfico, tortura e assassinato. Quem
comete crime como gente grande vai ser punido como gente grande.
Tropa de elite nas fronteiras
Hoje, temos 16 mil quilômetros de fronteiras abertas e um efetivo de 1 policial
para cada 100 quilômetros. Esse “liberou geral” vai acabar. Vamos criar o
Sistema Nacional de Fronteira, uma tropa de elite do Exército, da Marinha e
14
da Força Aérea Brasileira, equipada com armas de guerra, inteligência e
tecnologia, responsável por criar um paredão na fronteira. Fuzis e drogas que
abastecem 100% das facções serão interceptados por terra, pelos portos e pelo
espaço aéreo. Vamos desorganizar o crime organizado e asfixiar o crime
física e financeiramente.
Mais presídios, menos bandidos soltos
O Brasil terá 5 novos presídios de segurança máxima no modelo adotado por
El Salvador. Junto com os atuais 5 presídios federais, eles formarão o Complexo
Federal de Segurança Máxima. Para tirar o medo do cidadão e botar medo no
bandido, ele vai se chamar TREVA. Chefes de quadrilha e marginais de alta
periculosidade serão tirados de circulação e isolados. Com isso, os bandidos
vão deixar de controlar as facções criminosas de dentro dos presídios, como
ocorre hoje. Eles vão viver sem celular, sem visita íntima e com visitas
monitoradas. Em parceria com os governos estaduais, vamos criar meio
milhão de novas vagas no sistema prisional em 4 anos e zerar o déficit
carcerário. Quem comete crimes graves vai entender que prisão é punição.
Cortar o mal pela raiz
Vamos usar a força da Presidência da República e a nossa experiência
legislativa para aprovar e implementar a castração química de criminosos
que abusam de mulheres e crianças. A medida deverá ser aplicada a
estupradores e abusadores de crianças condenados pela Justiça. Criminoso
que destrói a vida de mulheres e crianças não merece privilégio nem
complacência do Estado. Quem comete esse tipo de crime perde o direito de
receber qualquer tipo de tolerância do Estado e deve enfrentar as punições
mais duras permitidas pela lei.
Tolerância zero para o feminicídio
Medida protetiva vai deixar de ser um pedaço de papel para ser um
instrumento real de proteção às mulheres. Os agressores das mais de meio
milhão de mulheres com medida protetiva no Brasil serão monitorados pelas
autoridades com o uso de tornozeleiras eletrônicas. Vamos endurecer a lei e
obrigar assassinos e agressores de mulheres a cumprir integralmente suas
penas. Porque hoje o sistema liberta criminosos depois de 55% do tempo da
pena. Isso vai acabar. É cadeia o tempo todo: do primeiro ao último dia.
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Acabar com a cocaína “made in Brazil”
Não plantamos coca nem produzimos cocaína. Mas, sob Lula e o PT, o Porto
de Santos se tornou um dos maiores exportadores de cocaína do mundo. Nós
vamos usar tropas especiais da Marinha e da Aeronáutica para ocupar e
monitorar, de forma permanente, os portos e aeroportos brasileiros.
Traficante que resistir e enfrentar o Estado vai ser preso ou vai virar pó.
Menos verbo mais verba
O novo governo do Brasil vai dobrar os investimentos federais em segurança
pública ao longo do mandato. O blá-blá-blá ideológico da esquerda não traz
resultados práticos. Dados do Ministério da Fazenda apontam que o Governo
Federal destina somente 0,4% dos seus gastos à segurança pública. Assim, fica
difícil combater o crime. Quem tem que viver em paz é o cidadão de bem, não
as facções do mal. Não se combate o crime a quatro meses de uma eleição
com discurso e PowerPoint, como faz Lula e o PT, depois de 18 anos no poder
passando pano para bandido.
Luz, câmara, prisão
Vamos implantar o Muralha Brasileira - um sistema nacional de
reconhecimento facial integrado a bancos de dados criminais, inspirado no
Smart Sampa, da Prefeitura de São Paulo, e no Muralha Paulista, do Governo
do Estado. Além de localizar foragidos e prevenir crimes, vamos vigiar portos,
aeroportos e áreas públicas com mais de 1 milhão de novas câmeras
espalhadas por todo o país. Bandido não vai ter mais onde se esconder.
Auxílio das famílias das vítimas, não dos bandidos
O novo Governo do Brasil vai colocar a vítima em primeiro lugar. Os recursos
hoje direcionados às famílias de detentos serão redirecionados às famílias
das vítimas, conforme recomendado pela ONU e por tratados internacionais
dos quais o Brasil é signatário, embora Lula e o PT nunca os tenham cumprido.
Sem desconto para a barbárie
Hoje, 4 em cada 10 presos soltos após o cumprimento da pena ou libertados
por progressão de regime voltam a cometer crimes. Por isso, o novo Governo
do Brasil vai usar toda a sua força para acabar com a progressão de regime
de quem comete crimes hediondos. Quem tirar uma vida vai cumprir
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integralmente sua condenação para proteger a sociedade e para que os
bandidos entendam, antes de cometerem seus crimes, que aqueles que
desafiarem a lei vão mofar na prisão.
Quem não entrar na linha vai ser desligado da sociedade
Ao contrário do que diz Lula, que ofende os brasileiros mais humildes, pobre
não gosta de comprar celular roubado. Pobre compra parcelado em 12 vezes.
Por isso, o novo Governo do Brasil vai jogar duro com quem rouba, furta e
comercializa celulares roubados. Criminoso que for pego roubando celular vai
ficar preso. Quem furta ou revende um aparelho fruto de crime vai ter a
pena inicial quadruplicada, também sem benefícios. E o que está em jogo
não é só um aparelho: são as fotos da família, o acesso ao banco, os
documentos, a intimidade e, muitas vezes, a ferramenta de trabalho de quem
depende dele para viver. Muitos brasileiros perdem a vida em roubos de
celular. Vamos acabar com essa indústria do crime e do assassinato.
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BRASIL POR ELAS
fortalecer as mulheres é fortalecer a família
Mais da metade das famílias brasileiras é chefiada por uma mulher. Quando
ela é protegida, capacitada e tem renda própria, não é só a vida dela que muda:
é a da família inteira. Este Plano respeita todos os arranjos familiares e a
liberdade de cada mulher decidir o próprio caminho, seja no cuidado do lar,
seja no mercado de trabalho. O Brasil por Elas foi criado para garantir que
nenhuma mulher deixe de ter escolha por falta de informação, de proteção,
de renda ou de oportunidade.
É o maior programa de inclusão digital, proteção e crescimento financeiro da
história do país, construído sobre uma convicção simples: a internet é a maior
infraestrutura de prosperidade social do século XXI, e conectar uma mulher é
abrir a ela as portas do estudo, do trabalho, do crédito e da proteção.
Este não é um capítulo isolado dos demais. O Brasil por Elas é a jornada deste
Plano vista pelos olhos de quem mais precisa dela, e atravessa todos os outros
eixos: a segurança do Brasil sem Medo, a desburocratização do Brasil sem Fila,
a educação do Brasil que Prepara, o crédito e a casa própria do Brasil que
Prospera. O que se faz por elas aqui reaparece, com o nome delas, ao longo de
todo o plano. São doze compromissos com elas, e com o Brasil.
Central da Mulher
um único lugar para resolver tudo
A Central da Mulher será um espaço físico onde a mulher resolve a vida sem
perder tempo nem percorrer a cidade inteira. Nela, encontrará acolhimento e
proteção, orientação jurídica e apoio psicológico, saúde preventiva,
qualificação e cadastramento, a possibilidade de se candidatar a vagas de
emprego, orientação para abrir o próprio negócio, crédito, renegociação de
dívidas, regularização da casa e acesso a benefícios. Vamos abrir essas centrais
em todo o Brasil, em parceria com estados e municípios, em imóveis da União
e em conjunto com o Sistema S e instituições públicas e privadas. E teremos
unidades itinerantes, como caminhões adaptados que percorrerão o país de
ponta a ponta e, onde for preciso, barcos adaptados para atender a população
ribeirinha e mais distante.
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Aplicativo Central da Mulher
tudo na palma da mão
O mesmo lugar que existe perto de casa também estará dentro do celular.
Todos os serviços oferecidos nos espaços físicos estarão disponíveis no
aplicativo, que vai conectar as mulheres de todo o Brasil, oferecendo trilhas
de proteção e de capacitação e o acompanhamento personalizado de toda a
jornada.
Bônus de internet
conectar pessoas é conectar oportunidades
Vamos conectar o Brasil, porque a internet é a infraestrutura da prosperidade
no século XXI. Garantiremos pacotes de internet para que nenhuma mulher
deixe de estudar, se capacitar, buscar emprego, empreender ou pedir ajuda
por falta de conexão. É o que dará acesso ao aplicativo, aos cursos da Escola
Brasil por Elas, à ClarIA, à busca por vagas de emprego, à marcação de exames
e aos demais serviços da plataforma.
ClarIA
a amiga virtual que acompanha cada etapa da jornada
A ClarIA estará ao lado da mulher em cada passo. Sempre que surgir uma
dúvida ou um problema, ela será a guia, oferecendo atendimento
personalizado, orientação e encaminhamento imediato, como ter uma
amiga disponível 24 horas por dia. Inspirada nas mais avançadas plataformas
de inteligência artificial, com uma experiência simples e acessível, ela
acompanha a jornada ao longo do tempo, cria um histórico, envia lembretes
e sugere oportunidades de acordo com o perfil de cada uma. Vai orientar
como acompanhar a medida protetiva, como agendar mamografia e outros
exames, como procurar apoio psicológico, como conseguir um emprego
melhor, como obter crédito para abrir um negócio e como comprar a primeira
casa, entre muitas outras.
Denúncia facilitada
a tecnologia vai impedir que a violência aconteça
Quem vive com medo não pode esperar. Vamos modernizar e integrar os
canais de denúncia, reunindo o Ligue 180, as delegacias online, o botão de
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emergência e as centrais de monitoramento em uma plataforma inteligente
de resposta rápida. Pelo chat da ClarIA será possível registrar ocorrência, pedir
medida protetiva e receber orientação e acolhimento. Vamos implantar um
sistema nacional de avaliação de risco, para que cada denúncia receba
atendimento proporcional ao nível da ameaça, priorizando os casos mais
graves. E vamos monitorar por tornozeleira eletrônica os agressores sob
medida protetiva de maior risco, alertando de imediato as autoridades e a
vítima em caso de descumprimento da ordem judicial ou de aproximação
indevida.
Orientação financeira
da proteção ao patrimônio
Muitas mulheres permanecem em relações abusivas porque não têm
condições financeiras de recomeçar. Nosso compromisso é ajudar cada uma
a conquistar a independência. Vamos oferecer orientação financeira, do
primeiro salário ao primeiro patrimônio, com programas para organizar a vida
financeira: cuidar do orçamento doméstico, sair do endividamento, criar
poupança e se proteger do impacto das apostas online sobre a família. O foco
é fortalecer a autonomia econômica e proteger a renda familiar.
Ganha, Ganha
atitude que vira benefício
O Brasil tem cerca de 10 milhões de mulheres empreendedoras, responsáveis
pelo sustento de milhões de famílias, e mesmo sendo em média mais
escolarizadas ainda enfrentam mais dificuldade para acessar crédito e pagam
juros mais altos. Elas fazem a coisa certa todos os dias, mas não recebem nada
por isso, e esse esforço merece ser reconhecido.
Com o Ganha, Ganha, atitudes como concluir cursos de capacitação, trabalhar
de forma regular, poupar e pagar as contas em dia passarão a gerar
pontuação positiva. Esses pontos poderão ser convertidos em benefícios
concretos: juros menores, cashback, acesso facilitado ao crédito,
descontos em serviços e incentivo à poupança. Quem hoje é invisível ao
sistema financeiro poderá construir um histórico positivo, baseado não só no
passado financeiro, mas no compromisso com a família, o trabalho e o futuro.
20
A participação será totalmente voluntária e as regras, transparentes: ninguém
perde direitos ou benefícios por não aderir.
A CAIXA Econômica Federal, o Banco da Amazônia e o Banco do Nordeste
serão motores dessa prosperidade, ampliando o programa CAIXA Pra Elas e
ajudando milhões de mulheres a construir reputação financeira e formar
patrimônio ao longo da vida.
Casa Segura
a proteção começa pelo lar
Vamos ampliar os espaços de acolhimento para mulheres em situação de
violência, porque nenhuma mulher deve continuar ao lado do agressor por
não ter para onde ir. E vamos assessorar a mulher a obter a escritura da casa
própria no seu nome, uma das formas mais sólidas de autonomia e de
proteção contra a violência doméstica: um patrimônio que é dela e que um
dia passará aos filhos, aconteça o que acontecer. Essa é uma agenda que já
mostrou resultado: durante o governo Bolsonaro, dos cerca de 450 mil títulos
de propriedade rural entregues, 90% foram destinados a mulheres.
Escola Brasil por Elas
mais conhecimento e capacitação às mulheres
A Escola Brasil por Elas será o maior programa gratuito de capacitação
feminina da América Latina, integrado aos cursos do Sistema S e a parcerias
público-privadas. Para quem quer empreender, trabalhar de casa ou
conseguir um emprego melhor, ela oferecerá formação em inteligência
artificial, programação, marketing digital, finanças, idiomas e muito mais.
Todos os cursos, online ou presenciais, terão certificado ao final e conexão com
vagas de emprego e trilhas para quem deseja abrir o próprio negócio.
Mais Trabalho para Elas
mais emprego, mais renda, mais independência
Vamos criar um sistema que integre vagas de emprego, qualificação, abertura
simplificada de empresa, apoio ao pequeno negócio e intermediação de mão
de obra. E vamos montar um grande banco de dados conectado ao RH de
empresas de todo o país, para impulsionar de forma mais segura a colocação
de mais mulheres no mercado de trabalho.
21
Creche garantida para toda criança
o cuidado como parte da economia
As mulheres dedicam quase o dobro de horas dos homens ao trabalho
doméstico, um cuidado não remunerado que equivale a cerca de 8,5% do PIB
brasileiro. Vamos ampliar a oferta de creches para as crianças desde a
primeira infância, em período integral, com alimentação digna e foco no
desenvolvimento infantil. Onde não houver vaga na rede pública, a família
receberá um voucher-creche para acesso à rede privada credenciada até a
vaga pública surgir, para que nenhuma mulher deixe de trabalhar, estudar ou
empreender por falta de creche. Também estruturaremos uma Rede
Nacional de Cuidado, ampliando o apoio a idosos e pessoas com deficiência,
com centros-dia e atendimento domiciliar em parcerias público privado com
estados, municípios e organizações sociais. Nosso compromisso é devolver às
mulheres aquilo que hoje lhes falta: tempo, inclusive para cuidar de si mesmas.
Saúde para Elas
mais prevenção, menos filas
Vamos cuidar da saúde da mulher de forma preventiva, sem fila longa, com
atendimento perto de casa e também pelo celular, por telemedicina ou em
postos de saúde que vamos ampliar e construir. O prontuário eletrônico
integrado garantirá rastreamento e acompanhamento ao longo da vida,
através de um banco de dados da saúde que conectará médicos de diferentes
especialidades, e a mulher não perderá mais o dia inteiro de trabalho para
cuidar da própria saúde. Vamos ampliar o acesso a exames preventivos,
cuidando da mulher com câncer, na menopausa, na gestação ou que sofre de
endometriose, por exemplo, e dar acesso também à saúde bucal. E teremos
Unidades Móveis de Saúde da Mulher, ônibus ou caminhões adaptados que
percorrerão o país, além de barcos adaptados para atender a população
ribeirinha.
Quando protegemos uma mulher, protegemos uma família. Quando elas
avançam, o Brasil avança.
O Brasil por Elas não divide o país entre homens e mulheres. Ao contrário: ele
organiza o Estado a partir da realidade de quem já está à frente de milhões de
famílias brasileiras. Uma mulher que se sente protegida denuncia o agressor
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sem medo. Uma mulher com acesso a crédito tem coragem de abrir o próprio
negócio. Uma mulher que sabe que pode contar com uma creche volta a
trabalhar. Uma mulher com a casa no próprio nome se sente segura e confia
no futuro.
Governar pensando nelas não é governar para uma parte do país: é fortalecer
a base sobre a qual se apoiam as famílias brasileiras. Fortalecer as mulheres é
fortalecer o Brasil inteiro.
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BRASIL SEM FILA
seu tempo é seu
Poucas coisas revelam tanto o descaso de um governo quanto a fila. A fila do
INSS, que chegou a 3 milhões de requerimentos no início de 2026, é um
recorde absoluto. A fila do posto de saúde, onde o paciente refaz um exame
que já fez porque ninguém encontrou o resultado. A fila do cartório, do banco,
da repartição, para entregar ao Estado um papel que o próprio Estado já
emitiu.
Cada uma dessas filas cobra o mesmo preço: um dia de trabalho perdido. Para
quem é assalariado, é uma falta. Para quem é autônomo, é a diária que não
entrou. Para a mãe que precisa buscar o filho na creche, é a escolha entre
resolver o problema e chegar a tempo. O tempo do brasileiro é tratado como
se não valesse nada, quando é justamente o que ele tem de mais escasso.
Ao longo de décadas, o Estado brasileiro foi organizado para a própria
conveniência, não para a de quem paga por ele. São dezenas de portas de
entrada, dezenas de cadastros, dezenas de sistemas que não conversam entre
si. Nenhum resolve a vida de ninguém sozinho, e o cidadão é obrigado a
percorrer todos.
Nós já mostramos que é possível fazer diferente. O governo do Presidente Jair
Bolsonaro transformou o Brasil em uma referência mundial em governo
digital: o Banco Mundial classificou o país como o sétimo do mundo em
maturidade de governo digital, à frente de todas as nações das Américas,
incluindo Estados Unidos e Canadá. A plataforma Gov.br chegou a 4,9 mil
serviços do Governo Federal, com 75% deles totalmente digitalizados. O PIX
deu a milhões de brasileiros um meio de pagamento instantâneo e gratuito,
dispensando taxas bancárias. A Carteira de Trabalho Digital foi baixada por
65 milhões de brasileiros, e o seguro-desemprego passou a ser solicitado pelo
próprio aplicativo. O idoso passou a fazer prova de vida pelo celular, sem sair
de casa. E o Sistema Eletrônico dos Registros Públicos abriu caminho para
que registros e consultas em cartório sejam feitos pela internet. Foi também
o governo Bolsonaro que realizou o leilão do 5G, um dos maiores do mundo,
trazendo ao país a rede de nova geração sobre a qual todos esses serviços
passam a funcionar. E não foi só o cidadão que ganhou: também demos os
24
primeiros passos para desburocratizar a vida de quem empreende, com a Lei
da Liberdade Econômica.
Agora vamos concluir esse trabalho, com um Tesouraço da Burocracia que
corta pela raiz o que faz o cidadão e o empreendedor perderem tempo. Nosso
governo vai inverter de vez a lógica: o Estado passa a ser um só para quem
procura por ele, e o tempo do brasileiro volta a ser dele.
Internet como infraestrutura
conexão é o que dá acesso a tudo
A internet é a infraestrutura da prosperidade no século XXI. É por ela que se
marca uma consulta, se estuda para uma nova profissão, se procura emprego,
se abre um negócio e se pede socorro. Um brasileiro sem conexão está fora de
tudo isso, por mais serviços que o governo digitalize.
Tratar a internet como infraestrutura é tratá-la como se trata uma estrada ou
uma rede de energia: não é luxo, é o que permite que todo o resto funcione.
Vamos garantir pacotes de conexão para que nenhum brasileiro deixe de
estudar, se capacitar, buscar emprego, empreender ou pedir ajuda por falta
de internet, com prioridade para as mulheres alcançadas pelo Brasil por Elas.
E vamos levar conectividade às localidades de baixa cobertura, priorizando
escolas, áreas rurais e regiões de fronteira, dando continuidade ao trabalho
que, no governo Bolsonaro, já havia conectado mais de 11 milhões de pessoas,
por meio da instalação de mais de 21.000 pontos de inclusão digital pelo
Programa Wi-Fi Brasil.
Digitalizar sem conectar é excluir. Nenhum serviço digital cumpre sua função
para quem está fora da rede, e é por isso que a conexão vem antes de tudo
neste capítulo.
Estado Digital: todos os serviços na palma da mão
uma porta só, sem sair de casa
Hoje, o brasileiro precisa adivinhar qual órgão resolve o seu problema e depois
provar a esse órgão aquilo que outro órgão já sabe. É o cidadão fazendo o
trabalho de integração que o Estado deveria ter feito.
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Vamos digitalizar 100% dos serviços públicos do Governo Federal passíveis
de digitalização, sob o princípio do digital by design, e eliminar a exigência
de reapresentar documentos que o Estado já possui. Se o governo já tem a
informação, não vai pedir de novo.
A identidade digital única, com autenticação integrada ao Gov.br, permitirá
que assistentes automatizados montem a trilha de serviços de cada cidadão,
inclusive por comando de voz, o que facilita a vida de quem tem mais idade
ou menos familiaridade com tecnologia. Em vez de o cidadão procurar o
serviço, o serviço passa a encontrá-lo. Vamos assegurar que esses serviços
sejam simples, intuitivos e acessíveis a qualquer cidadão.
O Brasil se tornou uma das maiores referências mundiais em governo digital,
graças ao trabalho do governo Bolsonaro. Vamos aprofundar essa liderança e
fazê-la chegar a cada brasileiro, onde quer que ele viva, até que nenhum
serviço público exija sair de casa ou perder o dia de trabalho.
Inteligência artificial a serviço do cidadão
o governo se antecipa à sua necessidade
A inteligência artificial não precisa ser uma abstração distante. Bem usada
pelo Estado, ela é o que permite que o governo antecipe a necessidade do
cidadão, em vez de esperar que ele descubra sozinho a porta certa.
Assistentes automatizados vão indicar a cada brasileiro os serviços e
benefícios a que ele tem direito e o caminho para obtê-los, sem que ele
precise descobrir sozinho a qual órgão recorrer. A ClarIA, apresentada no
Brasil por Elas, acompanhará cada cidadão em sua jornada. E um aplicativo
de companhia e alerta dará mais segurança a quem vive sozinho na terceira
idade.
O objetivo é simples: que o cidadão precise saber cada vez menos sobre como
o governo funciona por dentro para conseguir o que precisa dele.
Saúde digital e prontuário eletrônico único
seu histórico de saúde vai com você
Todos os anos, milhares de brasileiros morrem de doenças que poderiam ter
sido tratadas a tempo, porque a informação sobre a própria saúde está
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espalhada em papéis, sistemas e unidades que não conversam entre si. O
médico que atende hoje não sabe o que outro médico já descobriu. Esse
trabalho foi iniciado no Governo Bolsonaro: criamos o Conecte SUS e a rede
nacional que deu ao cidadão acesso ao seu histórico e começou a conectar os
sistemas de saúde do país. Agora vamos concluí-lo.
Vamos implantar o prontuário eletrônico único , vinculado ao CPF e
integrado ao Gov.br, interoperável entre as redes pública e privada , com
histórico completo de consultas, exames, vacinas e prescrições, sempre
observados o consentimento do paciente, a LGPD, o sigilo médico e os
protocolos de segurança
O ganho é direto e pode salvar a sua vida. O médico do pronto-socorro saberá
na hora quais remédios você toma e a que você é alérgico. O especialista não
vai pedir de novo o exame que você fez no mês passado, nem fazer você
esperar mais um mês pelo resultado. Um problema detectado no posto de
saúde não se perde no caminho até o hospital. Você deixa de carregar pastas
de papel e de repetir a mesma história em cada atendimento, e passa a ser
tratado por quem já conhece o seu caso.
Junto disso, vamos completar a digitalização do SUS e usar inteligência
artificial para agilizar o agendamento de consultas e exames , ajudando a
encaixar o paciente na primeira vaga disponível, para que ninguém mais fique
meses aguardando uma marcação que poderia ser resolvida em muito menos
tempo.
INSS sem fila
o aposentado não espera pelo que já é dele
A atual gestão trouxe o caos ao sistema previdenciário. A fila de espera chegou
a 3 milhões de requerimentos no início de 2026, um recorde absoluto, e cada
número desses é um aposentado esperando pelo dinheiro que já lhe pertence.
Em 2022, nós entregamos essa fila em queda.
Vamos investir em tecnologia e digitalizar os processos do INSS, dando
continuidade ao caminho do Meu INSS, e profissionalizar a gestão do órgão.
Sai a gestão voltada a entidades sindicais, entra a gestão profissional, medida
por uma coisa só: quanto tempo o aposentado espera para receber.
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Desburocratização para quem empreende
abrir e tocar um negócio sem labirinto
Abrir uma empresa no Brasil já foi um calvário de semanas. Foi a Lei de
Liberdade Econômica, aprovada em 2019 no governo Bolsonaro, que mudou
esse quadro: dispensou alvarás e licenças para atividades de baixo risco,
simplificou o registro e afirmou a presunção de boa-fé de quem produz.
Demos um passo decisivo para tirar o empreendedor do labirinto.
Mas esse avanço ainda não chegou a todos. Em muitos estados e municípios,
abrir e manter uma empresa continua lento e caro, quando no vizinho já é
simples. Vamos fazer o bom exemplo da liberdade econômica alcançar
todo o país, em cada estado e município, para que a facilidade de empreender
não dependa da sorte de onde a pessoa vive.
E abrir é só o começo. O labirinto que mais sufoca está em manter o negócio
de pé: as licenças, as exigências e a papelada do dia a dia que consomem o
tempo de quem deveria estar produzindo. Vamos promover um amplo
revogaço regulatório, revisando normas obsoletas e racionalizando
procedimentos, com segurança jurídica para investir e crescer. Cada real gasto
com burocracia é um real que deixa de virar máquina, estoque ou emprego.
Para o pequeno empreendedor, o resultado é o tempo que deixa de gastar
com papelada e passa a dedicar ao próprio negócio. Para quem procura
emprego, é a vaga que existe porque a empresa pôde não só abrir, mas
prosperar.
Menos burocracia no campo
licença, outorga e título de propriedade sem espera
No campo, a burocracia tem custo direto sobre a produção de alimentos. Uma
outorga de irrigação leva hoje, em média, 24 meses para ser concedida: são
dois anos em que a terra produz menos do que poderia. E o pequeno produtor
que não tem o título da sua terra não consegue crédito, não pode investir e
não tem a segurança de que aquilo que ele trabalha é dele.
Vamos simplificar as outorgas de irrigação e acelerar a regularização
fundiária e a titulação do pequeno proprietário rural, retomando o ritmo de
titulação que o governo Bolsonaro já havia acelerado, como detalhado no
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Brasil que Cresce. Quem trabalha a terra vai ter o papel que prova que ela é
sua.
Vamos instituir a rastreabilidade completa das cadeias produtivas ,
integrando em um só sistema os cadastros fundiários e ambientais, as guias
de trânsito animal, as autorizações de supressão vegetal e o monitoramento
por satélite. Esse mesmo sistema identifica o pequeno produtor não para
vigiá-lo, mas para reconhecê-lo: quem hoje é invisível para o poder público
passa a ser visto, e quem é visto pode ser atendido, com acesso a crédito, a
programas de apoio e à garantia de que a sua produção tem origem
comprovada. Com isso, separamos definitivamente o produtor que cumpre
a lei daquele que a viola — e quem produz corretamente deixa de pagar, em
desconfiança e em papelada, pelo que o infrator faz. Em vez de prestar a
mesma informação a vários órgãos, o produtor a presta uma vez só.
Menos tempo na fila, menos papel, menos labirinto. Para o cidadão, é o dia de
trabalho que não se perde. Para quem produz, é o investimento que sai do
papel e o emprego que vem com ele.
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BRASIL MAIS BARATO
para sobrar dinheiro no fim do mês
O povo se sente humilhado ao frequentar os supermercados. De nada
adiantam promessas de picanha e cervejinha quando, na hora de passar no
caixa, o carrinho está cada vez mais vazio e a conta, cada vez mais alta. Até as
embalagens encolheram: o mesmo preço compra menos café, menos
chocolate, menos de tudo. Porque, antes da embalagem, quem encolheu foi
o poder de compra da família.
Essa é a pergunta que abre este Plano e a que mais aperta o brasileiro: como
pago as contas este mês? Ela não se responde com discurso. Responde-se
com o preço do arroz, com o valor da conta de luz, com o quanto sobra depois
de pagar o gás, o transporte e a prestação.
O governo do PT tornou tudo mais caro, e não por acaso. Foram 30 aumentos
de tributos, a inflação de alimentos fora de controle e a maior taxa de juros
em 19 anos. O Brasil tem hoje a maior taxa de juro real do mundo!
Em quatro anos, a dívida pública cresceu 13 pontos percentuais em relação ao
PIB. Quando o governo gasta mais do que arrecada, a conta não desaparece:
ela volta para a família em forma de imposto no preço, de juro no cartão e de
dinheiro que compra menos. Os dados de 2026 confirmam o que a família
sente: o endividamento das famílias mais pobres bateu recorde, 85% das que
ganham até três salários mínimos estão endividadas, e, de cada R$ 100 que
entram no orçamento, sobram pouco mais de R$ 20 depois das contas e das
dívidas.
Nós já mostramos que o caminho é outro. Mesmo enfrentando a maior
pandemia em cem anos, reduzimos em 4 pontos percentuais a relação
entre a dívida e o PIB. No governo Bolsonaro, a redução de tributos chegou
ao dia a dia das famílias: caiu a conta de energia elétrica, caiu a conta de
telefone, caiu o preço da gasolina e ficou mais barato comprar bens de
consumo, de um fogão a uma geladeira. Também foi ali que nasceu o PIX, que
tirou do brasileiro mais pobre o peso das tarifas bancárias.
Vamos fazer de novo, e vamos fazer mais. Este capítulo reúne o que o nosso
governo fará para que sobre dinheiro no fim do mês.
30
Menos imposto no que você consome
o preço na prateleira também é feito de tributo
Boa parte do que o brasileiro paga no supermercado não é comida: é imposto.
E quem sente primeiro é quem tem menos, porque gasta quase tudo o que
ganha justamente naquilo que é mais tributado. A comparação com outros
países é dramática: com a atual reforma tributária, o Brasil caminha para ter
um dos maiores impostos sobre valor agregado (IVA) do mundo, projetado
em torno de 30%, contra uma média de 19% nos países da OCDE, e menos
ainda em vários vizinhos.
Isso porque a reforma tributária aprovada pela atual gestão foi entregue ao
sabor dos lobbies. Toda a transição ficou para os mandatos seguintes, o que
evitou desgaste político para quem a aprovou, permitiu que os mais fortes
vencessem e deixou para a população um custo que se aproxima de R$ 1
trilhão, sem fonte orçamentária definida nos dois fundos criados pela reforma,
além de mais de R$ 500 bilhões em exceções decorrentes dos lobbies, que
passaram a ser permanentes.
Vamos promover a revisão e o redimensionamento da reforma tributária em
curso e da majoração de impostos efetuada pelo atual governo, com o objetivo
de reduzir efetivamente a carga sobre a produção e o consumo. Vamos corrigir
suas distorções, reduzir o IVA, hoje projetado num dos patamares mais altos
do mundo, e assegurar a não cumulatividade, para que não se cobre imposto
sobre imposto. Assim a reforma fica mais equilibrada, preservando a
simplificação e a aderência às melhores práticas internacionais. O esforço de
simplificação continuará: menos impostos, legislação unificada, desoneração
das exportações e dos investimentos e redução das exceções, para que grupos
parecidos paguem impostos parecidos. O círculo virtuoso é claro: menos
impostos, mais formalidade, mais crescimento.
O resultado que o brasileiro precisa ver não é uma alíquota no papel: é o preço
menor na prateleira, na bomba de combustível e na conta que chega todo
mês.
31
Conta de luz mais simples e mais barata
você paga pela energia, não por encargos que não entende
Poucos brasileiros conseguem explicar a própria conta de luz, e não é por falta
de atenção. A conta virou um amontoado de encargos, subsídios cruzados e
siglas que ninguém decifra: o consumidor paga a energia que usou e paga
também por uma série de contas que não são dele.
Vamos simplificar a conta de luz, racionalizando encargos e subsídios
cruzados, e promover a redução gradual da CDE e das fontes incentivadas,
mantida a tarifa social para quem mais precisa dela. Vamos reduzir impostos
sobre energia elétrica e combustíveis, buscar segurança energética ao menor
preço possível para o consumidor e regular as diversas fontes com um único
norte: o menor preço final para quem paga a conta.
Energia mais barata aparece no fim do mês: é a conta que cabe no orçamento,
o chuveiro que a família liga sem medo, a padaria que não repassa o custo ao
pão e a fábrica que não precisa demitir para pagar a luz.
Comida mais barata na prateleira
o Brasil produz alimento; o brasileiro precisa poder comprá-lo
O Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo, e ainda assim
há brasileiro passando aperto para encher o carrinho. Parte importante da
explicação está no caminho entre a lavoura e a prateleira. O custo logístico
no Brasil é de 15,5% do PIB, quase o dobro dos 8,8% dos Estados Unidos.
Essa diferença não fica no meio do caminho: ela chega ao preço final e é paga
pela família.
Vamos criar os Corredores Logísticos Inteligentes, com foco direto na
redução do custo de transporte, e ampliar o Seguro Rural , dando
previsibilidade a quem planta: safra protegida é oferta garantida, e oferta
garantida é preço estável.
Vamos também ampliar a capacidade de armazenamento das safras, hoje
insuficiente para o que o país produz. Sem armazém, boa parte da colheita
precisa ser escoada de uma vez, e o Brasil passa o resto do ano dependendo
de estoque de terceiros, quando não de importação. O resultado chega à sua
casa em forma de sobressalto: o preço que dispara na entressafra, o produto
32
que some da prateleira, a mesma compra que custa uma coisa em um mês e
outra bem diferente no seguinte. Com armazenagem, o alimento fica
disponível o ano inteiro, e a conta do supermercado deixa de ser uma surpresa
a cada visita.
Cada real economizado no frete é um real a menos no preço do arroz, do feijão
e da carne. É assim que a produção do campo vira comida acessível na mesa
da cidade.
Comida barata também é segurança alimentar: um país que produz o próprio
alimento não fica refém do preço lá de fora. Hoje, porém, o Brasil importa a
maior parte dos fertilizantes que usa para produzir, e quando o preço dispara
no exterior, é a comida que encarece aqui dentro. Vamos apoiar a produção
nacional de fertilizantes, com os minerais que o Brasil possui, como o
potássio e o fosfato, para que a mesa do brasileiro não dependa do que
acontece do outro lado do mundo. Garantir que o Brasil produza o que come
é garantir comida na mesa a preço justo.
Crédito que não afunda a família
sair da dívida é o primeiro passo para juntar dinheiro
Milhões de famílias brasileiras trabalham o mês inteiro para pagar juros. O
salário entra e sai quase todo para cobrir o rotativo do cartão, o cheque
especial e o carnê atrasado. Não é falta de esforço: é o custo do dinheiro em
um país onde o governo é o maior tomador de empréstimos, o que empurrou
o país para a maior taxa de juros básica em 19 anos e, por consequência,
pressionou o custo dos empréstimos para as famílias e as empresas.
Ao contrário das vergonhosas declarações dos ministros da Fazenda da atual
gestão, os juros altos são consequência da dívida crescente. Juros menores
não se decretam: conquistam-se com contas em ordem, e não há conta em
ordem quando o governo gasta mais do que arrecada. Já quando as contas se
organizam, o resultado aparece: o governo Bolsonaro praticou a menor taxa
de juros média desde o início do Plano Real. Dados do Boletim Focus de
outubro de 2022, antes da eleição, previam taxa selic cerca de 7 pontos
percentuais abaixo do que se praticou em 2025 e 2026.
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Ao estabilizar e reduzir a dívida pública, nosso governo vai criar as condições
para que os juros básicos fiquem em linha com a média internacional e para
que a inflação volte ao centro da meta. É o que permite que o crediário, o
financiamento da casa e o capital de giro do pequeno negócio deixem de ser
impagáveis.
Vamos também atacar o que empurra a família para a dívida. As apostas
online consomem o dinheiro do mês antes mesmo de ele chegar em casa,
corroendo a renda da população mais vulnerável. Vamos proibir o uso dos
recursos dos programas sociais para apostas, porque dinheiro destinado a
pôr comida na mesa não pode escoar para a casa de apostas, e promover
campanhas educativas e de conscientização sobre os riscos do
endividamento com jogos. E vamos ampliar a orientação financeira, pela
rede da CAIXA, para que o brasileiro aprenda a sair do vermelho, organizar o
orçamento e começar a poupar.
O objetivo é simples e concreto: que o dinheiro que hoje escapa da família
volte para dentro de casa.
Menos imposto no preço, conta de luz mais simples, comida mais estável e
juros menores somam uma coisa só: o mesmo salário comprando mais. Para
o aposentado, que vive de renda fixa e é o primeiro a sentir a alta de preços,
isso é a diferença entre chegar ao fim do mês com o remédio comprado ou ter
de escolher entre o remédio e o mercado.
Nada disso é abstração de economista. Poder de compra são as famílias que
conseguem comprar o material escolar do filho. São os lares que põem carne
no prato na todos os dias, e não só no domingo. É a família que, pela primeira
vez em muito tempo, termina o mês com algum dinheiro sobrando — e é dali
que começa a casa própria, o negócio próprio e o futuro que este Plano
promete.
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BRASIL QUE PREPARA
para sua família ter as ferramentas para vencer
Toda família brasileira quer a mesma coisa: que o filho tenha uma vida melhor
do que a sua. É o pacto silencioso de todo pai e toda mãe que acordam cedo,
trabalham muito e economizam no próprio prato para que o filho estude e vá
mais longe.
Preparar uma família para a vida envolve a criança que aprende a ler na idade
certa e o jovem que sai da escola sabendo fazer algo que o mercado precisa.
Envolve a mãe que só consegue trabalhar se tiver onde deixar o filho pequeno,
e o filho que só cresce na carreira se tiver com quem deixar o pai idoso. Envolve
a saúde, porque criança doente não aprende e adulto doente não trabalha. E
envolve o esporte, que tira o jovem da rua e ensina o que a sala de aula sozinha
não ensina. Tudo isso faz parte do que é necessário para uma família subir na
vida pelo próprio esforço.
O Estado brasileiro tem falhado em quase tudo isso: faltou ensino de
qualidade, faltou creche para a mãe trabalhar, faltou saúde preventiva e faltou
apoio às famílias que cuidam de um idoso. Gastou-se muito e entregou-se
pouco, porque faltou compromisso com o resultado e sobrou ideologia.
No governo Bolsonaro, voltamos a colocar a família no centro das políticas
públicas e a defender uma escola que ensina, e não que doutrina, respeitando
os valores que os pais passam em casa. Vamos retomar esse caminho,
garantindo que os bons sistemas e as boas experiências sejam aproveitados
por toda rede de ensino. Com isso, iremos muito além.
Ensinar de verdade
escola boa é escola onde o aluno aprende
Há anos o Brasil empurra alunos de um ano para o outro sem que eles tenham
aprendido. A criança que não é alfabetizada na idade certa vira o adolescente
que passa de série sem entender a matéria e o jovem que termina a escola
sem saber o suficiente para conseguir um bom emprego. E não é por falta de
dinheiro: o país mais do que triplicou o gasto por aluno e continua entre as
últimas colocações do mundo. No PISA, principal avaliação internacional de
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educação, o Brasil aparece na 65ª posição entre 81 países em matemática .
Faltou método, faltou cobrança e sobrou ideologia.
O começo de tudo é alfabetizar direito. Vamos priorizar o método fônico, que
é o de melhor resultado comprovado pela ciência, ensinando a criança a ligar
cada som à sua letra, em vez das abordagens que fracassaram por décadas.
E, para o aluno com dificuldade ao longo do ensino fundamental, vamos criar
o Programa Acolher: um aluno com bom desempenho é remunerado para
dar reforço aos colegas que precisam, de forma remota ou presencial. Todos
ganham, quem precisa recebe ajuda de alguém próximo, que fala a sua língua,
e quem ajuda ganha uma renda e aprende ainda mais ao ensinar. O objetivo
é claro: ninguém avança de série sem ter aprendido.
A escola será cobrada pelo que existe para fazer. A gestão passa a ser baseada
em indicadores de resultado e proficiência, e o financiamento seguirá o
orçamento por resultados, com repasses vinculados a metas de
aprendizagem, sem abandonar regiões que enfrentam maiores dificuldades.
Os professores terão qualificação contínua baseada em evidências
científicas, e não em modismos pedagógicos, com formação que os prepare
para ensinar bem, e não para militar em sala de aula.
A educação será orientada pelo conhecimento e livre de doutrinação
político-partidária, respeitando a liberdade de consciência e o papel das
famílias. Escola é lugar de aprender a pensar, não de aprender o que pensar, e
quem decide sobre os valores que o filho recebe são os pais. Vamos ampliar as
Escolas Cívico-Militares, que uniram disciplina e bom desempenho onde
foram implantadas, e garantir atendimento ao aluno com altas habilidades,
que hoje se perde por falta de estímulo: a política nacional que trata do tema
é lei mas segue sem implementação, e nós vamos tirá-la do papel.
Vamos ainda levar robótica, computadores, tablets e internet às escolas, e
incluir no currículo competências para a economia digital, preparando o
jovem para lidar com o próprio dinheiro, empreender e usar as novas
tecnologias, entre elas a inteligência artificial.
Apoiamos a escola em tempo integral, para que a criança tenha mais tempo
de aprendizado, reforço e atividades formativas, e não fique entregue à própria
sorte no contraturno. Manteremos as escolas abertas nas férias com o Escola
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nas Férias, oferecendo esporte, arte, música e literatura em vez de deixar a
criança ociosa. E onde faltar vaga na rede pública, a família receberá um
voucher educacional para matricular o filho em outra escola, porque a
prioridade é a criança aprender, não a defesa de um sistema que falhou com
ela.
Preparar para o trabalho que existe
estudar tem que levar a emprego, não a um diploma sem uso
Há jovem formado sem encontrar emprego e empresa com vaga aberta sem
encontrar quem saiba fazer. Essa distância entre o que a escola ensina e o que
o mercado precisa custa caro duas vezes: custa ao jovem os anos de estudo
que não viram trabalho, e custa ao país o crescimento que ele deixa de ter por
falta de gente qualificada.
Há anos, setores organizados resistem a um ensino técnico voltado às
necessidades reais do mercado, como se preparar o jovem para trabalhar fosse
algo menor. Vamos ampliar a oferta de educação técnica para os alunos do
ensino médio, para que o jovem saia da escola já com uma profissão na mão,
e não apenas com um diploma. E vamos fazer essa formação técnica em
parceria com o setor produtivo, com foco na inovação, de modo que quem
forma o profissional converse diretamente com quem vai contratá-lo. Nessa
parceria, o setor produtivo poderá custear bolsas de formação técnica ,
financiando a qualificação dos profissionais de que precisa.
A escola também precisa preparar para a economia que vem chegando.
Vamos tratar a formação como vetor da transformação tecnológica ,
adequando o que se ensina às profissões do presente e do futuro, e criar a
Política Nacional de Formação de Talentos, para identificar e desenvolver as
habilidades que o mercado de trabalho vai exigir. O Brasil não pode formar
gente para o passado enquanto o mundo do trabalho corre para a frente.
No ensino superior, vamos transferir a governança para o Ministério da
Ciência, Tecnologia e Inovações, unificando ciência e ensino superior sob o
mesmo teto. A CAPES e o CNPq passarão a priorizar o impacto produtivo, a
inovação e a transferência de tecnologia , para que a pesquisa feita na
universidade chegue à indústria e vire produto, emprego e renda, em vez de
ficar na estante. E os cursos de pós-graduação voltados ao mercado, o lato
37
sensu, vão aproximar empresas e universidades: as instituições de ensino
poderão receber recursos em troca da formação dos profissionais de que o
país precisa, premiando quem forma para o emprego que existe.
Vamos também aprimorar o financiamento estudantil. O modelo atual afasta
o jovem de baixa renda, que desiste da faculdade com medo de terminar o
curso afogado em dívida, antes mesmo do primeiro emprego. Em lugar dele,
vamos adotar o Empréstimo Contingente à Renda: o estudante só começa a
pagar quando estiver empregado e ganhando, o valor da parcela é
proporcional ao que ele recebe e o prazo é bem mais longo. Estudar deixa de
ser uma aposta arriscada e volta a ser o caminho seguro para subir na vida.
Saúde que cuida antes de a doença chegar
prevenir custa pouco; tratar tarde custa caro, e às vezes custa a vida
A saúde é a base de tudo o que este capítulo promete: criança doente não
aprende, adulto doente não trabalha, e uma família com um enfermo grave
vê o orçamento e os planos ruírem juntos. O Brasil sem Fila já trata de acabar
com a espera e digitalizar o ate ndimento. Aqui, o compromisso é
complementar: garantir que o brasileiro chegue ao médico e, mais do que isso,
que cuide da saúde antes de adoecer.
Vamos garantir as condições para que seja possível a correção efetiva da
tabela SUS. A lei de reajuste já existe, mas, presa ao orçamento, não enfrentou
a defasagem que asfixia hospitais, santas casas e clínicas, sobretudo no
interior. Vamos assegurar uma remuneração que cubra o custo real do
atendimento, para que o dinheiro público seja justo com quem atende e o
cidadão tenha atendimento até onde hoje falta. Vamos ampliar a Estratégia
Saúde da Família, levando o cuidado para perto de casa, e criar o Programa
de Atendimento aos Idosos, com atendimento facilitado e adequado a quem
envelhece, para que o idoso não enfrente o mesmo percurso cansativo de
sempre para se cuidar. Vamos ainda ampliar o acesso a exames preventivos
e manter a imunização e o incentivo à produção nacional de vacinas ,
porque prevenir é sempre mais barato e mais humano do que tratar tarde.
Para usar bem o que já existe, vamos contratar serviços e exames na rede
privada nos horários ociosos: há aparelho parado enquanto gente espera
meses pelo mesmo exame, e aproveitar essa capacidade é atender mais sem
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construir do zero. Vamos também fortalecer a Rede Nacional de Hospitais
Inteligentes (EBSERH), modernizando os hospitais universitários federais.
Vamos também levar o atendimento até quem não consegue chegar até ele.
Com a telessaúde e o teleatendimento por aplicativo, médicos de regiões
com baixa demanda poderão atender pacientes onde as filas são longas,
aproximando o cuidado de quem vive longe de um grande centro. E um
sistema de entrega de remédio em domicílio vai garantir que o idoso, a
pessoa com deficiência e o doente crônico não precisem escolher entre buscar
o tratamento e pagar o transporte.
A tecnologia também ajuda a cuidar antes de a doença se agravar. Com
inteligência artificial de apoio à prevenção , o sistema poderá identificar
quem corre maior risco de adoecer e chamar essa pessoa para se cuidar a
tempo, em vez de esperar que ela chegue ao pronto -socorro quando já é
grave. É a diferença entre tratar no começo e tratar quando já não há muito a
fazer.
Cuidar de quem a gente ama
quem cuida de quem ama não pode ficar sozinho nessa
Cuidar de alguém que depende de você é um dos gestos mais nobres que
existem. Mas, quando se está sozinho, esse cuidado sobrecarrega. A mãe do
bebê pequeno, a filha do pai com Alzheimer, a família da pessoa com
deficiência: todos enfrentam a mesma escolha impossível entre sustentar a
casa e cuidar de quem amam. Esse trabalho, que recai quase sempre sobre as
mulheres da família, equivale a cerca de 8,5% do PIB brasileiro , uma
economia inteira sustentada por quem abre mão do próprio trabalho para
cuidar. O Estado não pode assumir esse cuidado no lugar da família, mas pode
dividi-lo com ela.
Para as crianças, e também para o apoio às famílias que cuidam de idosos e
pessoas com deficiência, o Brasil por Elas já detalha a ampliação de creches,
o voucher-creche e a Rede Nacional de Cuidado, com centros-dia e
atendimento domiciliar em parceria com estados, municípios e organizações
sociais.
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O Brasil envelhece depressa, e a família mudou: são lares menores, mais
mulheres trabalhando fora, mais idosos vivendo sozinhos e mais doenças
crônicas. Cuidar de quem envelhece virou um desafio que a casa nem sempre
dá conta. Por isso, para a população idosa, vamos oferecer o programa Casa
Segura para Envelhecer, com subsídio à acessibilidade domiciliar para
famílias de menor renda. Desenvolveremos um aplicativo de companhia
com alertas de perigo, para que o idoso tenha o amparo da tecnologia e o
filho que mora longe tenha tranquilidade. E vamos ampliar as instituições de
longa permanência para idosos, para que recebam proteção especial
quando o cuidado familiar não for viável ou suficiente.
O mesmo cuidado vale para as pessoas com deficiência e com doenças raras,
que enfrentam barreiras todos os dias e muitas vezes contam apenas com a
própria família para tudo. Nossas políticas serão transversais, atravessando
todas as áreas do governo, voltadas a ações concretas de garantia de direitos,
inclusão e integração social, entre elas a implantação de Centros de Referência
em Transtorno do Espectro Autista. Promover inclusão não é custo: é
investimento com alto retorno social e econômico, porque cada pessoa que
ganha autonomia é uma família inteira que ganha qualidade de vida.
A saúde mental é outra face do cuidado, e hoje pesa sobre milhões de famílias,
quase sempre em silêncio. Vamos fortalecer e ampliar a atenção à saúde
mental, chegando às famílias que muitas vezes enfrentam tudo sozinhas: o
diagnóstico precoce e o apoio às crianças com TDAH; a atenção à depressão e
à ansiedade; e o cuidado com os idosos que enfrentam o Alzheimer e outras
doenças neurológicas, e com quem cuida deles. Não se trata de rótulos nem
de burocracia, e sim de garantir que quem precisa de ajuda encontre
diagnóstico, tratamento e amparo perto de casa.
Cuidar bem de uma criança, de um idoso ou de uma pessoa com deficiência
não é favor: é o que permite que o resto da família trabalhe, estude e viva. Uma
sociedade que divide o cuidado é uma sociedade em que ninguém precisa
escolher entre a família e o próprio futuro.
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Esporte que forma
quadra cheia é sala de aula cheia
O esporte é uma das ferramentas mais poderosas que existem para formar
um jovem, e uma das mais desperdiçadas pelo poder público. Ele ensina
disciplina, resiliência, trabalho em equipe e mérito, tira a criança da rua e do
celular, dá saúde ao corpo e à men te e, para alguns, abre a porta de uma
profissão. Nós tratamos o esporte como o que ele é: instrumento de liberdade
individual, disciplina, superação e oportunidade real, com foco na formação de
caráter e na saúde mental do jovem. E, para chegar a mais gen te, vamos
romper com a dependência do dinheiro público centralizado, ampliando as
parcerias com a iniciativa privada, os estados e os municípios.
Vamos criar o Programa Escola de Campeões, com parcerias público-
privadas para levar o esporte competitivo às escolas, muito além da aula de
educação física: times escolares, treinos no contraturno e competições
municipais e estaduais. O programa é também uma arma contra a evasão
escolar e a repetência: o aluno que treina, que joga pelo time da escola e que
sonha com a próxima competição é o aluno que continua estudando. A
quadra puxa a sala de aula.
Vamos fomentar a inclusão de pessoas com deficiência pelo esporte, com
detecção de talentos paralímpicos desde a base e mais autonomia para as
entidades paralímpicas, tratando o paradesporto como via de reabilitação,
inserção profissional e superação.
No alto rendimento, vamos aperfeiçoar as bolsas esportivas e, sobretudo,
trazer a iniciativa privada para o patrocínio, em parceria com clubes,
faculdades e universidades. Vamos incentivar o uso de tecnologia e ciência
de dados por meio de editais para confederações e clubes, e fortalecer a
preparação para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos com foco em eficiência e
parceria com o setor privado.
O esporte feminino foi criado justamente para dar às mulheres um espaço de
competição justo. Vamos protegê -lo. Nos últimos anos, confederações
internacionais reviram suas regras ao reconhecer que atletas que não
nasceram do sexo feminino mantêm, mesmo após tratamento hormonal,
vantagens de envergadura, densidade óssea e musculatura que a mulher não
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tem como equiparar. Permitir essa desigualdade é punir justamente a atleta
que treina a vida inteira, abre mão da família e se dedica ao alto rendimento.
Vamos assegurar que a categoria feminina, da base ao alto rendimento,
seja disputada por atletas do sexo feminino, protegendo a mulher e a lisura
da competição de agendas ideológicas.
Cultura que valoriza nossas raízes
menos concentração, mais Brasil na cultura
O Brasil tem uma formação única. A miscigenação e a construção de um país
de imigrantes e de múltiplas culturas são motivos de orgulho, e é essa
memória que celebraremos, com a preservação do nosso patrimônio
histórico, dos centros históricos às obras e acervos que contam quem somos,
hoje deteriorados por falta de cuidado.
Na Cultura, valorizaremos as tradições brasileiras e aperfeiçoaremos as leis
de incentivo, corrigindo distorções e favorecendo o desenvolvimento de
outros polos regionais. Com isso, alcançaremos os artistas de grande mérito
artístico, porém de pouca projeção, hoje esquecidos pelo modelo atual.
Levaremos a arte para perto do público em todo o país, sem subordiná -la a
agendas políticas, nos norteando pela transparência, pela liberdade de
expressão e pela distinção entre cultura e entretenimento comercial.
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BRASIL QUE PROSPERA
para você conquistar o que é seu
Todo brasileiro quer a mesma coisa: crescer pelo próprio esforço e ter algo que
seja seu. A casa própria, o negócio próprio, o carro na garagem, o nome limpo.
Não é caridade que o povo pede, é oportunidade. É poder olhar para trás daqui
a dez anos e ver que a vida melhorou porque ele trabalhou por isso.
O papel do Estado não é substituir esse esforço, nem sufocá -lo. É abrir o
caminho: garantir que quem começou embaixo tenha por onde subir, que
quem quer produzir encontre estrada, energia e crédito, e que a riqueza
gerada no país chegue à vida de quem a produz. Prosperar é a etapa em que
a jornada do cidadão deixa de ser sobre o que o governo faz por ele e passa a
ser sobre o que ele constrói por conta própria.
Da proteção à autonomia
o programa social é o começo da caminhada, não o fim
Existe uma mentira que a esquerda repete há vinte anos: a de que só ela cuida
dos pobres. Os números dizem o contrário. Em 2020, no auge da maior
pandemia em cem anos, a extrema pobreza no Brasil caiu para a menor marca
da história — apenas 1,95% da população, graças ao Auxílio Emergencial. Não
foi discurso: foi a proteção chegando a quem mais precisava, no pior momento
possível. E não paramos aí: criamos o Auxílio Brasil, que triplicou o valor pago
às famílias. "Nenhum brasileiro fica para trás" não é uma frase de campanha
para nós; é o que já fizemos quando o mundo desabou.
Por isso, o compromisso é claro e vem em primeiro lugar: vamos manter os
programas sociais existentes, com aperfeiçoamento da gestão, correção de
distorções e combate às fraudes. Quem depende hoje da ajuda do Estado para
pôr comida na mesa não vai ter essa ajuda tirada. Ponto.
Mas manter não basta, e é aqui que nos separamos da esquerda. Para eles, o
programa social é destino: quanto mais gente dependente, melhor, porque
dependência vira voto. Para nós, o programa social é ponto de partida. Ele é a
rede que segura a queda e, ao mesmo tempo, o primeiro degrau de uma
escada que precisa levar a algum lugar.
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Por isso, o beneficiário de programa social terá prioridade em todas as
ações do Estado voltadas ao trabalho: prioridade nos programas de primeiro
emprego, nas ações de qualificação profissional e na intermediação de mão
de obra. Criaremos uma trilha de qualificação e intermediação desenhada
especialmente para quem recebe o benefício, para que a saída não seja um
salto no escuro, mas um caminho com apoio em cada passo. E garantiremos
o retorno imediato e sem fila ao benefício após o seguro-desemprego,
mantidas as condições de elegibilidade, para que ninguém tenha medo de
tentar um emprego e acabar desamparado se não der certo.
Nosso foco é a superação da armadilha da pobreza, não a sua
administração. Toda política deste governo será desenhada com uma
pergunta em mente: isso ajuda a pessoa a depender menos do Estado
amanhã do que ela depende hoje? Porque o objetivo de um bom governo não
é ter mais gente na fila do auxílio. É ter cada vez mais brasilei ros que
conquistaram a própria autonomia e não precisam mais dele.
Trabalho que compensa
emprego com carteira, e o esforço valendo a pena
O trabalhador brasileiro não tem medo de trabalhar. O que ele quer é que o
trabalho compense, que a carteira assinada não seja um luxo distante e que
valha a pena para a empresa contratar com registro em vez de contratar por
fora.
Hoje, o custo de um trabalhador formal chega a cerca de duas vezes o
salário que ele leva para casa. Essa diferença é o que faz muita empresa não
contratar, ou contratar na informalidade, e o informal é justamente quem fica
sem carteira, sem FGTS e sem seguro -desemprego. Vamos reduzir
gradualmente o custo do trabalho, sem retirar direitos , para que mais
brasileiros tenham carteira assinada e a proteção que vem com ela.
Essa redução vai chegar com força a duas pontas que o mercado de trabalho
brasileiro insiste em deixar de fora. Numa está o jovem à procura do primeiro
emprego, que ouve de toda empresa a mesma exigência de experiência, sem
que ninguém lhe dê a primeira chance de tê-la. Na outra está quem passou
dos cinquenta e perdeu o emprego, tem experiência de sobra e mesmo assim
não é chamado para as entrevistas. Para o jovem, vamos criar um contrato de
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trabalho para os 18 a 24 anos em busca do primeiro emprego, com menor
custo na folha, para que a empresa tenha estímulo a dar a primeira
oportunidade e o jovem consiga a experiência que hoje lhe é cobrada e
negada ao mesmo tempo. Para quem tem mais idade, vamos criar um
contrato mais atrativo para a contratação de pessoas com 50 anos ou mais
desempregadas há pelo menos 12 meses: quem chega à meia-idade com
uma vida inteira de trabalho não pode ser tratado como descartável.
Vamos também dar mais liberdade a quem trabalha, com jornada flexível que
caiba na vida de mães, jovens e de quem tem mais dificuldade de entrar no
mercado. Por isso defendemos o negociado sobre o legislado, ou seja, permitir
que trabalhador e empresa combinem diretamente as condições de trabalho
que funcionam para os dois, dentro da lei, em vez de seguir uma regra única
imposta a todos. Quando as duas partes negociam pensando em g anhos
mútuos, cresce a qualidade do emprego, crescem as empresas e crescem as
oportunidades.
Por fim, ninguém encontra emprego se não souber onde ele está. Por isso
vamos modernizar a intermediação de mão de obra, com um banco nacional
de vagas conectado ao RH das empresas, para aproximar de forma rápida e
direta quem procura trabalho de quem procura trabalhador, no lugar do
sistema lento e desconectado de hoje.
O trabalhador em primeiro lugar, não o sindicato
proteger quem trabalha, não quem vive da estrutura sindical
O país precisa se posicionar contra a República Sindical , em que os
interesses de dirigentes das entidades se sobrepõem ao interesse dos
trabalhadores. É público e notório que, após a modernização trabalhista de
2017, tais agentes se mobilizaram para reverter as perdas advindas do fim do
imposto sindical.
O princípio da unicidade sindical garante monopólios a esses representantes.
Por conta disso, se organizam para reproduzir seus espaços de poder,
vilanizando todas as propostas que de fato colocam o trabalhador em primeiro
lugar.
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É o que aconteceu nos últimos três anos, no debate a respeito do trabalho por
aplicativos. O governo enviou proposta que não avançou no Congresso,
justamente por colocar à frente do processo o interesse de sindicalistas.
Da mesma maneira, insistem em projetos em que os sindicatos de servidores
públicos são colocados à frente de associações mais representativas,
tradicionais e, muitas vezes, as únicas existentes no interesse dos servidores.
Nessas proposições, o governo tem a audácia de propor que os sindicalistas
sejam parte da formulação de políticas públicas , mesmo não tendo sido
eleitos para tanto.
É mais do mesmo : insegurança jurídica e retrocesso. Situações que se
repetem na discussão de jornada – onde o governo deseja ignorar a
prevalência do negociado sobre o legislado – ou na discussão de situações já
pacificadas pela reforma trabalhista, aprovada há quase dez anos.
Nosso projeto garante a manutenção das oportunidades de renda e de
trabalho trazidas pelo trabalho por aplicativos. Nada pode estar à frente dos
interesses de quem trabalha, dos usuários e da efetiva proteção social e
previdenciária a eles assegurada. Esses trabalhadores serão protegidos, sem
os interesses de dirigentes sindicais a frente do processo.
Negócio próprio
quem emprega a si mesmo tira o país das costas do Estado
Milhões de brasileiros não querem emprego: querem o próprio negócio. São
eles que geram a maior parte das vagas de trabalho no país, e é a eles que o
Estado mais atrapalha, com burocracia, imposto e falta de crédito. E muitos
desses são jovens, que preferem empregar a si mesmos a esperar pela
primeira vaga.
Para quem está começando, vamos criar o Minha Primeira Empresa: menos
burocracia para abrir e formalizar o negócio, capacitação e orientação pelo
Sistema S, para que o empreendedor aprenda a gerir o que criou, e uma
esteira de crédito e serviços da CAIXA ao seu alcance, que o acompanhe do
primeiro balcão ao primeiro faturamento.
Vamos apoiar o pequeno negócio com crédito para empreender e
orientação, pela rede da CAIXA, e apoiar a internacionalização de pequenas
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e médias empresas via BNDES e Apex-Brasil, para que o produto brasileiro
chegue mais longe. Somado à redução de tributos sobre a produção que este
plano defende e ao Brasil sem Fila, que corta a burocracia de abrir e tocar uma
empresa, o recado é um só: quem quer empreender vai encontrar no Estado
um parceiro, não um obstáculo.
A CAIXA como Banco da Prosperidade
a mão que ajuda o brasileiro a subir de vida
O crédito para empreender, o financiamento da casa, a orientação para sair
das dívidas não chegam ao cidadão sozinhos. Precisa de quem leve. E o Brasil
tem, para isso, um ativo que poucos países têm: a CAIXA, uma das maiores
redes de atendimento do mundo, presente em quase todos os municípios,
com a confiança histórica da população. Não vamos criar estrutura nova:
vamos dar uma nova missão à que já existe e já é do brasileiro.
A CAIXA deixará de ser apenas a operadora de benefícios para se tornar o
Banco da Prosperidade. Assim como os bancos privados ajudam seus
clientes a construir patrimônio e realizar projetos, a CAIXA vai ajudar milhões
de brasileiros a conquistar o primeiro patrimônio da vida e a autonomia
financeira. Numa plataforma física e digital integrada, o cidadão encontrará
num lugar só o crédito, a orientação financeira, o apoio ao empreendedorismo,
a habitação e a regularização da casa, com inteligência artificial que
identifica as oportunidades certas para o momento de vida de cada um, em
vez de deixar o cidadão adivinhar a que tem direito.
A grande inovação será o Ganha-Ganha, um programa em que o Estado
reconhece quem faz a sua parte. De adesão voluntária, ele permite que
atitudes como concluir um curso de qualificação, formalizar um negócio,
conseguir um emprego ou manter as contas em dia formem um histórico
positivo que trabalha a favor do cidadão: acesso a crédito, juros menores e
cashback para quem hoje é invisível ao sistema financeiro. Os dados são do
cidadão e ficam a serviço dele, não do Estado. Quem sempre fez a coisa certa,
mas nunca teve como provar, passa a ter como.
É assim que o esforço de cada um vira prosperidade de verdade: com uma
instituição que não apenas paga benefício, mas abre caminho.
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A casa própria
a chave da casa é o começo do patrimônio de uma família
Ter a casa própria é o maior sonho da família brasileira, e o primeiro patrimônio
que passa de uma geração para a outra. Quem paga aluguel a vida inteira
nunca constrói nada seu; quem conquista a casa própria tem onde morar e
tem um bem que garante o futuro.
Vamos retomar o Casa Verde e Amarela, com meta de 2,5 milhões de
residências e a menor taxa de juros possível no financiamento. Alinhado ao
Brasil sem Medo, vamos retomar as áreas hoje sob domínio de facções,
devolvendo aos moradores a liberdade de ir e vir na própria comunidade —
ninguém é dono de verdade da sua casa enquanto o tráfico manda na
esquina.
Vamos promover a urbanização de áreas degradadas, evitando o risco de
deslizamentos em encostas, e incentivar a regularização fundiária ,
priorizando as áreas urbanas já consolidadas e reduzindo os vazios urbanos,
com parcerias público-privadas que integrem moradia e infraestrutura no
mesmo contrato. Assim, a família que já mora há anos no mesmo lugar tem
a escritura no próprio nome — de preferência, no nome da mulher, como
prevê o Brasil por Elas. Sem esse documento, a casa não serve de garantia nem
pode ser herdada com segurança; com ele, vira patrimônio de verdade.
Moradia digna tem água e esgoto. O maior avanço do país nessa área tem
nome e sobrenome: foi o Marco Legal do Saneamento, sancionado pelo
governo Bolsonaro em 2020, que abriu o setor ao investimento privado e
fixou a meta de levar água e esgoto a praticamente toda a população até 2033.
Foi também uma das maiores agendas ambientais da nossa história — porque
esgoto tratado é rio limpo, é praia sem contaminação, é cri ança que não
adoece. O governo do PT tentou desarticulá-lo por decreto; nós vamos garantir
sua plena aplicação e acelerar as concessões e parcerias para universalizar
o acesso à água tratada e ao esgoto, com atenção especial ao saneamento
rural. Água encanada e esgoto tratado são a forma mais barata de evitar
doença que existe.
A esse esforço somamos um compromisso social direto: nenhuma escola sem
água até 2030, e a meta do Programa Lixão Zero, acabando com os lixões a
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céu aberto. Não é obra que aparece em foto de inauguração, mas é a que mais
adoece ou protege uma criança.
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BRASIL QUE CRESCE
o país que dá condições a quem quer trabalhar e produzir
Os capítulos anteriores trataram da vida de cada família, e do que muda nela
desde o primeiro dia, sem depender de esperar por nada. Este capítulo trata
de outra coisa: do país que cresce por baixo dessa vida e faz cada conquista ir
mais longe. A internet é infraestrutura tão essencial quanto a estrada e a
energia, e a conexão que dá acesso a tudo já vem tratada no Brasil sem Fila. A
casa própria já vem no Brasil que Prospera ; mas é a infraestrutura deste
capítulo que faz chegar a esse bairro a estrada, o transporte e o emprego ao
redor. O preço no mercado já cai no Brasil Mais Barato; mas é a energia e a
logística baratas que sustentam essa queda no tempo. O brasileiro não precisa
esperar o país crescer para viver melhor. Mas, quando o país cresce, o que ele
conquistou vale mais, dura mais e alcança mais gente.
Vamos fazer o Brasil crescer, e esse é um compromisso central do nosso
governo. O país cresceu, em média, 2% ao ano nas últimas duas décadas,
menos do que o mundo. Nossa meta é dobrar esse ritmo e alcançar um
crescimento sustentado de 4% ao ano ao longo da próxima década, apoiado
no investimento privado, na segurança jurídica e na competitividade do agro,
da indústria e dos serviços. Não é promessa vazia: é o resultado de escolhas
concretas, e é delas que trata este capítulo. O papel do Estado aqui não é ser
o empresário, é ser o país que funciona, para que quem produz possa produzir
e para que o esforço de cada um renda ainda mais.
Segurança jurídica: a regra do início é a regra do fim
quem investe precisa confiar que o combinado será cumprido
Nenhum país atrai investimento se muda as regras no meio do jogo, e o Brasil
ganhou fama de fazer exatamente isso: o investidor entra sob uma regra,
executa sob outra e termina discutindo uma terceira no Judiciário. Parte
essencial de mudar essa lógica é um licenciamento ambiental ágil, moderno
e com segurança jurídica: grandes obras, usinas, minas e projetos industriais
vivem parados anos à espera de uma licença, e cada mês de atraso é
investimento que foge e emprego que não vem. Vamos assegurar regras
claras, prazos definidos e critérios técnicos, com a certeza de que agilidade e
responsabilidade ambiental caminham juntas. O prazo tem que valer para os
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dois lados. Quando o empreendedor cumpre a lei e apresenta tudo o que a
norma exige, o órgão responsável deve ter um prazo definido para concluir a
análise. Se não decidir nem se manifestar dentro desse prazo, a licença deve
ser concedida, porque a demora do Estado não pode ser um castigo para
quem fez a sua parte. A responsabilidade de analisar continua sendo do poder
público, mas a inércia deixa de ser uma forma de travar quem quer investir e
gerar emprego.
Vamos também garantir que a regra combinada no início seja a regra do
fim. Para os grandes projetos de longa maturação, criaremos mecanismos de
estabilidade das regras de até 20 anos, para que o contrato não seja mudado
depois que a obra já estiver de pé. E quando o empreendedor age de boa-fé e
obtém regularmente a sua licença, o Estado deve responder pelos prejuízos
se voltar atrás sem que o empreendedor tenha dado causa, em vez de jogar
a conta sobre quem confiou na palavra que recebeu. Um país que honra o
combinado atrai o investimento e o emprego que vêm com ele, da logística à
energia, da mineração ao agro.
Essa mesma clareza de regras vale para quem vive nas terras tradicionais. Será
conferida autonomia aos povos indígenas e quilombolas para decidir sobre
atividades produtivas em suas terras, com respeito ao desenvolvimento
sustentável e às regras ambientais, e com indenização de eventuais restrições
ao usufruto e mecanismos de compensação, para que quem vive na terra
possa dela tirar o próprio sustento.
Logística e transporte
a obra que escoa a safra, baixa o preço e gera emprego
O Brasil perde uma fortuna no caminho entre quem produz e quem consome.
Nossa estratégia de infraestrutura se apoia na iniciativa privada: o Estado
garante segurança jurídica, regras tarifárias estáveis e previsíveis e respeito
à lógica das decisões econômicas privadas, sem intervenções que distorçam
os incentivos de mercado, e é sobre essa base que o investimento privado
assume a construção e a operação. Vamos modernizar os marcos
regulatórios e adotar um novo modelo de financiamento para toda a
infraestrutura, com fundo lastreado na securitização de ativos e imóveis da
União, uso intensivo de PPPs e concessões e financiamentos do BNDES
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exclusivamente para obras em território brasileiro. Com a consolidação
fiscal e a queda da taxa de juros, hoje no maior patamar em 19 anos, o
investimento alcançará novo patamar.
Vamos investir R$ 900 bilhões em quatro anos em rodovias, hidrovias, portos,
aeroportos e ferrovias. Criaremos os Corredores Logísticos Inteligentes de
integração nacional, com foco em reduzir o custo da logística, hoje em 15,5%
do PIB, muito acima dos 8,8% dos Estados Unidos, desenvolvendo os
corredores de escoamento do Centro-Oeste até os portos. No transporte
ferroviário, vamos destravar a Ferrogrão; adotar o trem de cargas que ligará
Mato Grosso, o oeste do Paraná e Santa Catarina ; implantar o Trem do
Nordeste, uma malha de passageiros ligando capitais da região, para
aproximar cidades, movimentar o turismo e integrar o Nordeste; e concluir a
Transnordestina e ampliar o seu escopo para que a Paraíba e o Rio Grande
do Norte sejam contemplados.
Vamos trabalhar para destravar, sempre com responsabilidade ambiental, os
projetos de infraestrutura fluvial que escoam a produção do país, como a
Hidrovia do Tapajós, com planejamento e diálogo prévio com as comunidades
locais, cumprindo a lei e levando sempre em consideração o interesse maior
da sociedade.
Mobilidade urbana
menos tempo no trânsito, mais tempo em casa
Milhões de brasileiros perdem, todo dia, horas dentro de um ônibus lotado
para ir e voltar do trabalho. É tempo roubado da família, do descanso e do
estudo. Vamos pensar o desenvolvimento das cidades para reduzir o
deslocamento da população, com o transporte coletivo como base da
mobilidade e parcerias que diminuam o tempo de viagem do trabalhador,
valorizando os contratos que conciliam moradia e infraestrutura no mesmo
projeto. Os bancos públicos priorizarão o financiamento de linhas de metrô,
transporte sobre trilhos e ônibus movidos a eletricidade e biocombustíveis.
Menos tempo no trânsito é mais tempo em casa, e uma cidade que se
atravessa rápido é uma cidade que trabalha melhor e polui menos.
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Segurança hídrica
água que chega, e enchente que não destrói
Para milhões de brasileiros, sobretudo no Nordeste, a água ainda é uma
incerteza diária, e a cada temporada de chuva outras tantas famílias perdem
tudo em enchentes e deslizamentos. Nós já mostramos que sabemos resolver
isso. O Eixo Norte da Transposição do Rio São Francisco , foi concluído no
governo Bolsonaro, e as águas do Velho Chico finalmente chegaram ao
Ceará, à Paraíba e ao Rio Grande do Norte, levando segurança hídrica a
milhões de nordestinos.
Vamos retomar essa mesma eficiência para tocar as próximas obras. Iremos
concluir, iniciar, executar estruturas como o Ramal do Apodi, o Ramal do
Salgado, a Adutora do Seridó, o Canal do Xingó, o Ramal do Piancó, os
Canais do Sertão Baiano, Piauiense e Alagoano, o CAC e a duplicação do
Eixão das Águas do Ceará , sem o abandono de obras que marcou gestões
anteriores. E vamos ampliar a infraestrutura de prevenção a eventos
climáticos extremos, com barragens de usos múltiplos, reservatórios de
controle de cheias, diques, canais e obras de drenagem e macrodrenagem,
além do fortalecimento do monitoramento, alerta e resposta da Defesa Civil.
Água que chega com segurança à torneira e à lavoura, e cidades protegidas
da seca e da enchente.
Energia
energia abundante e barata é conta de luz menor e indústria de portas abertas
Nosso objetivo é a segurança energética total ao menor preço possível para o
consumidor. O Programa Nacional de Segurança Energética deverá ter foco
em refino, processamento, escoamento e transporte de combustíveis e gás,
permitir a exploração do gás não convencional (fracking) com
responsabilidade ambiental e cumprindo a lei, e expandir e modernizar a rede
de transmissão, integrando novas fontes renováveis e reduzindo
congestionamentos.
E vamos transformar em energia e emprego a nossa riqueza de petróleo e gás.
Foi o governo Bolsonaro que sancionou a Nova Lei do Gás , em 2021,
quebrando o monopólio, abrindo o setor à concorrência e criando as
condições para o preço do gás cair. Vamos dar continuidade a esse caminho,
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destravando os investimentos em infraestrutura que o país precisa: o Brasil
produz cada vez mais gás no pré-sal, mas desperdiça parte dele por falta de
escoamento, enquanto importa gás caro do exterior. Vamos apoiar a
expansão da rede de escoamento e transporte de gás conforme a
demanda, com segurança jurídica e regras estáveis que atraiam o
investimento privado, para integrar à malha os estados hoje desconectados e
baratear a energia da indústria e da família. Com o mesmo princípio, vamos
estimular a modernização do refino rumo ao aproveitamento do petróleo
nacional, incentivar o escoamento de combustível ao Centro-Oeste por
modais mais baratos que o caminhão, e favorecer a produção nacional de
fertilizantes a partir do gás, para reduzir a dependência externa que fragiliza
o agronegócio e a nossa segurança alimentar.
Na energia elétrica, vamos simplificar a conta de luz, racionalizando encargos
e subsídios cruzados, e promover a redução gradual da CDE e das fontes
incentivadas, mantida a tarifa social. A mesma redução de impostos sobre
energia e combustíveis que alivia o orçamento das famílias, detalhada no
Brasil Mais Barato, torna o país competitivo para atrair data centers e
inteligência artificial, que se instalam onde a energia é barata e confiável.
Vamos regular as diversas fontes buscando o menor preço ao consumidor
final, implantar um programa de armazenamento de energia, com baterias
de grande porte e outras tecnologias, e transformar o país em polo global de
data centers sustentáveis, aproveitando a matriz elétrica renovável.
E vamos transformar o Brasil em potência de biocombustíveis: etanol,
biodiesel, HVO, SAF e biogás, fomentando a aplicação da Lei do Combustível
do Futuro e oferecendo linhas especiais de financiamento para empresas
de biogás, que transformam resíduos em energia. Vamos fortalecer e
ampliar o Programa Renovabio para o exterior, permitindo que o Brasil
venda créditos de carbono ao mundo. Energia barata é conta de luz menor
no fim do mês e fábrica que gera emprego em vez de fechar as portas.
Agronegócio e Campo
o que alimenta o Brasil e o mundo, e sustenta o emprego da lavoura à cidade
O agro brasileiro é a garantia da nossa segurança alimentar: é ele que alimenta
o país e boa parte do mundo. Para seguir cumprindo esse papel, precisa de
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previsibilidade para produzir. Vamos ampliar o Seguro Rural e trazer
ferramentas de securitização e reorganização das dívidas do setor, dando ao
produtor o horizonte de mais de um ano que ele precisa para planejar. Vamos
ampliar a capacidade de armazenamento das safras, para garantir melhores
preços ao produtor e oferta contínua à população, e buscar soluções
diplomáticas eficazes contra sanções dos Estados Unidos, da China e da
Europa aos produtos nacionais.
Segurança alimentar também é não depender do exterior para produzir. O
Brasil importa a maior parte dos fertilizantes que usa, e essa dependência
fragiliza o produtor e pressiona o preço da comida. Vamos apoiar a produção
nacional de fertilizantes, aproveitando as reservas de minerais que o país
possui, como o potássio e o fosfato, para que o campo brasileiro produza com
mais autonomia e a mesa do brasileiro fique mais protegida.
A terra também precisa ter dono claro, e nós já provamos que sabemos
entregar isso. No governo Bolsonaro, foram emitidos mais de 450 mil
documentos de titulação de imóveis rurais , mais do que nos dez anos
anteriores somados. Vamos retomar esse ritmo e promover ampla
regularização e titulação do pequeno proprietário rural , para que quem
trabalha a terra tenha o documento que prova que ela é sua, possa acessar
crédito e investir com segurança. E traremos segurança jurídica sólida,
irreversível e sem margem para relativizações do direito de propriedade,
porque ninguém planta e investe no que teme perder.
O campo também precisa de gente para trabalhar. Em muitas regiões, falta
mão de obra para a lavoura, sobretudo nos períodos de colheita, enquanto
milhões de brasileiros procuram uma oportunidade de trabalho e renda.
Vamos aproximar as duas pontas, com qualificação e intermediação que
liguem quem busca trabalho a quem precisa de trabalhador no campo. E
vamos dar segurança a quem depende de um programa social para aceitar
esse trabalho sem medo: quem consegue um emprego, ainda que
temporário, poderá voltar ao benefício se precisar, como detalha o Brasil que
Prospera. Assim, o trabalho no campo deixa de ser um risco para a família e
passa a ser um caminho de renda e dignidade.
Na irrigação, vamos ampliar significativamente a área irrigada do país, que
hoje aproveita apenas uma fração do seu enorme potencial, simplificar as
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outorgas, cujo prazo médio hoje é de 24 meses, desenvolver polos de
irrigação no Matopiba e no semiárido nordestino e expandir a água de
reuso para os períodos de estiagem.
Vamos também transformar o campo em fonte de energia limpa. Vamos
implementar as metas do combustível sustentável de aviação previstas
em lei a partir de 2027, com coordenação permanente entre os ministérios
da Agricultura e de Minas e Energia, e articular o Plano Safra com incentivos
à produção de biomassa.
Vamos consolidar o Cadastro Ambiental Rural e ampliar o pagamento por
serviços ambientais para conservação e restauração, de modo que o produtor
que preserva a vegetação nativa e recupera áreas degradadas seja
reconhecido como parceiro da conservação, e não como suspeito.
Minerais críticos
a riqueza do subsolo virando emprego qualificado aqui dentro
Os data centers e a transição energética funcionam sobre minerais que
poucos países têm, e o Brasil é um deles. Temos lítio, nióbio, grafite, cobre,
níquel, urânio e terras-raras, insumos essenciais para semicondutores,
baterias, turbinas eólicas, veículos elétricos, defesa e inteligência artificial. E
temos algo que quase ninguém tem junto: o mineral e a energia limpa e
competitiva para transformá-lo aqui dentro. Em vez de somente exportar a
pedra bruta e comprar de volta o produto acabado, vamos agregar valor no
Brasil, conectando nossa riqueza mineral, nossa energia e a demanda dos data
centers e das novas tecnologias numa estratégia única. O Estado atuará
como regulador e coordenador, não como empresário, apoiado em seis
pilares: marco regulatório claro e estável, licenciamento ágil e técnico,
atração de capital e tecnologia, verticalização com incentivos de mercado,
governança e transparência. Vamos trabalhar para atrair o capital
estrangeiro e a tecnologia que já existem no mundo, aplicando aqui o que
outros países já dominam e transferindo esse conhecimento ao Brasil. Para
termos sucesso nesse desafio, vamos tratar o investimento na mineração com
o mesmo respeito e atenção com que trataremos o investimento na indústria
de transformação. Estabeleceremos parcerias internacionais com todos os
56
países que queiram a cooperação do Brasil, sem preconceitos ou ranços
ideológicos.
Vamos equacionar as garantias de crédito ao financiamento dos projetos e
acelerar o licenciamento e o processo de direitos minerários. Assim o país
deixa de apenas extrair e exportar matéria bruta e passa a agregar valor aqui
dentro, o que significa emprego qualificado e renda que fica no Brasil. Vamos
ajudar o mundo a fazer a transição energética.
Tecnologia e inovação
a inovação que faz o pequeno vender mais e o jovem trabalhar sem sair do país
Daremos alta prioridade à pesquisa e ao desenvolvimento, que são a base da
inovação. A tecnologia terá, ao mesmo tempo, duas funções: modernizar o
Estado e ser motor de produtividade da economia. A primeira já foi tratada
no Brasil sem Fila, com o Estado Digital que coloca todos os serviços públicos
na palma da mão do cidadão. A segunda é a deste capítulo: usar a tecnologia
para fazer a economia brasileira produzir mais e melhor.
A tecnologia não é assunto de elite: é o que multiplica o valor do trabalho de
todos. A Estratégia Nacional de Inteligência Artificial vai difundir a IA para
as micro, pequenas e médias empresas em larga escala, com prioridade para
indústria, agronegócio, saúde e logística.
Mais do que usar a inteligência artificial, o Brasil tem tudo para produzi -la.
Podemos reunir o que poucos países têm ao mesmo tempo: energia limpa e
barata para alimentar os data centers, os minerais críticos que são a matéria-
prima da tecnologia, e o talento de um povo criativo, que este Plano se
compromete a formar. Não seremos apenas consumidores de tecnologia:
seremos também seus desenvolvedores e produtores. Esses elementos,
hoje tratados como peças soltas, formam uma única estratégia nacional para
tornar o Brasil protagonista da economia do século 21.
Para isso, o Estado atuará como indutor, pelas compras públicas, pelo GovTech
e pelo investimento em pesquisa, e vamos elevar a participação brasileira nas
patentes de inteligência artificial. Proporemos uma legislação voltada à
liberdade de criar e inovar, inspirada nas melhores práticas internacionais,
para que a tecnologia seja desenvolvida aqui sem entraves, em vez de
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sufocada por regras que afugentam o investimento. E vamos construir o
ambiente onde a inovação nasce: fortalecer os parques tecnológicos,
expandir as incubadoras, apoiar as startups de base tecnológica e
aproximar universidades e empresas, com a gestão das universidades
integrada à ciência e à tecnologia. É assim que o jovem encontra trabalho
qualificado sem precisar deixar o país.
Toda essa transformação digital exige uma contrapartida inegociável:
proteger quem está do outro lado da tela. Os dados do cidadão são dele, não
do governo, e serão tratados com privacidade e segurança. Vamos fortalecer
a defesa cibernética do país, protegendo serviços públicos, infraestrutura
crítica e cidadãos contra ataques e fraudes, e garantir que a inteligência
artificial seja usada a serviço das pessoas, não contra elas.
Meio ambiente: o ativo verde do Brasil
preservar e produzir ao mesmo tempo
O Brasil tem a maior floresta tropical e uma das matrizes de energia mais
limpas do planeta. Isso é um patrimônio que temos o dever de preservar para
os nossos filhos e, ao mesmo tempo, uma vantagem que quase nenhum país
tem. Tratamos o meio ambiente como um ativo estratégico, não como um
obstáculo ao desenvolvimento: quem cuida da floresta em pé e dos rios
limpos protege a natureza e gera renda ao fazê -lo. E rio limpo também
depende de esgoto tratado: uma das maiores agendas ambientais da nossa
história foi o Marco Legal do Saneamento, aprovado no governo Bolsonaro,
cuja universalização vamos levar adiante, como já detalhado no Brasil que
Prospera.
E vamos consolidar o mercado regulado de carbono com segurança
jurídica, posicionando o Brasil como fornecedor global de ativos ambientais,
e impulsionar a bioeconomia, com biotecnologia, fármacos, cosméticos e
novos materiais a partir da biodiversidade.
Preservar deve gerar oportunidade. Vamos criar mecanismos de incentivo
econômico à preservação , ampliando o pagamento por serviços
ambientais e desenvolvendo instrumentos capazes de remunerar
produtores, comunidades e proprietários rurais que conservam a vegetação
nativa, recuperam áreas degradadas e protegem os recursos hídricos. O
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produtor que preserva e cumpre a legislação ambiental deve ser reconhecido
como parceiro da conservação, não como suspeito. Garantiremos o uso
responsável e sustentável dos recursos naturais, com segurança jurídica e
respeito às peculiaridades de cada região, e faremos da tecnologia, da
assistência técnica, da capacitação e do crédito os instrumentos que
transformam conservação em desenvolvimento e renda. Preservar tem que
compensar para quem preserva.
Proteção dos biomas e combate ao crime ambiental. O Brasil protegerá
todos os seus biomas, respeitando as diferenças ambientais, sociais e
econômicas de cada um. Teremos a meta de zerar o desmatamento ilegal
até 2029, retomando e levando até o fim o compromisso que já assumimos
no Governo Bolsonaro perante o mundo, e combateremos as queimadas
ilegais, fortalecendo a prevenção, o monitoramento, a fiscalização e o combate
aos crimes ambientais, com ferramentas aperfeiçoadas por inteligência
artificial, bancos de dados em tempo real, imagens de satélite e ação
coordenada das agências do Estado. Vamos integrar e aprimorar os
sistemas e bases de dados já existentes, utilizando informações fundiárias e
ambientais e monitoramento por satélite para tornar a fiscalização mais
eficiente e direcionada. O foco será identificar e combater a grilagem de terras,
a ocupação ilegal de áreas públicas e os responsáveis pelo desma tamento
ilegal, sem criar novas obrigações ou custos desnecessários para o produtor
rural que atua dentro da lei. Quem produz respeitando a legislação deve ser
tratado como parceiro na proteção ambiental, e não submetido à presunção
de irregularidade. Combater o crime ambiental é separar com clareza quem
produz legalmente de quem se apropria do patrimônio público e destrói o
meio ambiente para lucrar.
Amazônia: soberania e oportunidade. A Amazônia ocupa posição estratégica
para o Brasil e para o mundo, mas pertence, antes de tudo, aos brasileiros.
Sua proteção será conduzida com soberania, presença do Estado e
oportunidade para quem vive na região. Vamos fortalecer a fiscalização
ambiental, com prioridade para as áreas de maior pressão de desmatamento
e queimadas, usando inteligência, satélite e atuação coordenada dos órgãos
federais para identificar as áreas críticas com mais rapidez. Vamos ampliar a
cooperação com os países vizinhos contra os crimes ambientais
transfronteiriços e reforçar o combate às organizações criminosas envolvidas
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em desmatamento, extração ilegal de madeira, garimpo ilegal e ocupação
irregular de terras públicas.
O rigor da fiscalização será dirigido a quem comanda o crime organizado, não
a quem vive na floresta. O morador da Amazônia, o ribeirinho, o pequeno
produtor, o extrativista, não será tratado como criminoso por tirar da terra o
seu sustento. A ele, o Estado deve orientação e apoio para o bom uso e
preservação dos recursos naturais, e não a perseguição que hoje pesa sobre
quem menos tem. Vamos acabar com a política que criminaliza o morador da
floresta, substituindo a punição cega por um caminho de orientação,
regularização e oportunidade.
E, ao mesmo tempo, vamos ampliar as alternativas de renda a partir da
floresta preservada, apoiando cadeias produtivas sustentáveis, manejo
responsável, bioeconomia e agregação de valor aos produtos da
biodiversidade. Preservar a Amazônia exige combater o crime, mas exige
também dar à sua população um caminho real de desenvolvimento e de vida
melhor.
Para que isso funcione, o Estado precisa ser ágil e integrado. Vamos eliminar
superposições entre Ibama, Funai e ICMBio, dando eficiência à fiscalização,
e exigir transparência de financiadores e de projetos das ONGs que
recebem recursos internacionais e judicializam ações contra a União, porque
onde há dinheiro estrangeiro movendo decisões sobre o território brasileiro há
riscos ao interesse nacional, sobre os quais o cidadão brasileiro deve estar
informado.
Turismo: uma vocação que rende
o que o Brasil tem de sobra e aproveita de menos
O Brasil tem no turismo uma vocação natural e uma de suas maiores riquezas:
praias, florestas, patrimônio histórico e cultural, festas e belezas que o mundo
inteiro quer conhecer. Mesmo assim, aproveitamos apenas uma fração desse
potencial. Toda a infraestrutura que este plano já prevê, dos aeroportos e
rodovias às ferrovias, como o Trem do Nordeste, trabalha a favor do turismo:
são as vias que levam o visitante mais longe, com mais facilidade e menor
custo. Vamos somar a isso a promoção do destino Brasil e a valorização das
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vocações de cada região, para que o turismo gere renda e emprego, sobretudo
nas cidades do interior e nas regiões que mais precisam de oportunidade.
Mas nada disso se sustenta sem segurança. Um país que quer receber o
turista, brasileiro e estrangeiro, precisa ser um país seguro, porque ninguém
visita, investe ou volta a um lugar onde não se sente protegido. Por isso as
ações do Brasil sem Medo, prioridade deste plano, são também a base para o
turismo florescer: segurança e turismo caminham juntos.
Desenvolvimento regional: reduzir a distância entre as regiões
não deixar nenhuma região para trás
O Brasil só será plenamente desenvolvido quando reduzir a distância entre as
suas regiões, e isso exige um esforço especial onde a desigualdade é maior: o
Norte e o Nordeste. Não por assistência, mas por desenvolvimento, dando a
essas regiões as condições de transformar a sua vocação em riqueza, emprego
e futuro.
O Nordeste é uma região de gente trabalhadora e de enorme potencial. Por
tempo demais foi tratado como problema, quando sempre foi solução. A
prioridade é a água. Foi o governo Bolsonaro que fez as águas do São
Francisco chegarem ao sertão, concluindo o Eixo Norte da Transposição, e
vamos priorizar as obras hídricas que faltam para levar água a mais regiões do
Nordeste. Mas fazer a água chegar é só o começo: vamos transformá-la em
produção. Foi também no governo Bolsonaro que estruturamos e colocamos
para produzir o Baixio do Irecê, o maior perímetro de irrigação da América
Latina, que já transforma água e terra fértil em fruticultura, grãos, emprego e
renda no campo, e vamos concluir sua expansão para multiplicar essa riqueza
pelo sertão. Vamos viabilizar o Trem do Nordeste, 1.400 km de trilhos
interligando Salvador, Aracaju, Maceió, Recife, João Pessoa, Natal e Fortaleza,
abrindo um roteiro entre praias, cidades históricas e polos culturais para
movimentar o turismo, a produção e a vida de quem vive ali. E porque não
basta produzir, é preciso escoar, concluir a Transnordestina e ampliar o seu
escopo para que a Paraíba e o Rio Grande do Norte sejam contemplados.
O Nordeste não é só o passado que resistiu, é o futuro que começa. Tem sol e
vento de sobra para ser a capital da energia limpa do país, e é essa energia
farta e competitiva que vai atrair os data centers e a nova indústria de
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tecnologia. Tem as terras raras, matéria -prima sem a qual não existe a
economia do século 21. O Nordeste tem tudo para oferecer ao nordestino a
chance de prosperar na sua própria terra, atraindo investimento, talento e
oportunidade.
O Norte guarda o maior patrimônio natural do país, e seu futuro está em
transformar a floresta preservada em riqueza. A bioeconomia é o caminho:
gerar renda a partir da floresta em pé, com biotecnologia, fármacos,
cosméticos e novos materiais a partir da biodiversidade, o manejo sustentável
e a agregação de valor ao que a Amazônia produz, em vez de derrubá-la. Esse
desenvolvimento respeita quem vive na região: os povos indígenas e as
comunidades quilombolas terão autonomia para decidir sobre as atividades
produtivas em suas terras, e o morador da floresta, o ribeirinho e o extrativista
serão tratados como parceiros do desenvolvimento, não como obstáculo. A
proteção da Amazônia contra o crime e a presença soberana do Estado, são
detalhados no bloco sobre meio ambiente. Desenvolver o Norte é provar que
preservar e prosperar podem caminhar juntos.
Soberania com profissionalismo, não com ideologia
soberania se exerce na prática, não no discurso
Soberania é a capacidade de uma nação governar a si própria, fazer suas leis e
cuidar do seu território. Ela se exerce na prática, com ações concretas, e não
repetindo a palavra "soberania" a todo momento. Nos últimos anos, a política
externa brasileira trocou o interesse nacional pela ideologia, protegendo
regimes propensos ao terror e seus criminosos.
E a soberania não começa longe, começa dentro de casa. De nada adianta um
país erguer a voz contra inimigos distantes se não protege o próprio cidadão
na esquina de casa, do assaltante, do traficante, do medo que tira a liberdade
de andar na rua. O brasileiro quer viver em paz no seu bairro e na sua cidade,
e garanti-la é a prioridade do Brasil sem Medo. Um país só se faz respeitar no
mundo quando protege primeiro os seus, e quem não garante a segurança
aqui dentro não tem autoridade para falar em soberania lá fora.
O governo recebeu com honras o ditador venezuelano Nicolás Maduro,
fraudador do processo eleitoral e preso por narcotráfico e narcoterrorismo.
Lula autorizou a atracação de navios de guerra iranianos em portos brasileiros,
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apesar da posição contrária de parceiros históricos, e no ano seguinte, enviou
o vice-presidente da República à posse de líder do regime iraniano, marcada
pela ausência de lideranças democráticas do Ocidente. Na bagagem, o
governo brasileiro trouxe uma emb lemática foto ao lado de lideranças
terroristas, mortas poucos dias depois. Muito alinhamento ideológico,
nenhum retorno para o Brasil: nem comércio, nem investimento, nem
respeito.
Nossa proposta é o oposto: uma diplomacia guiada pelo profissionalismo e
pelo pragmatismo, não pela ideologia. O Itamaraty voltará a ser conduzido
pela competência técnica que sempre marcou seus quadros, e o Brasil voltará
a privilegiar os parceiros interessados no ganho mútuo do comércio, sem
escolher amigos por afinidade ideológica.
Não trataremos como adversários os nossos parceiros mais importantes e
tradicionais. Nos últimos anos, as relações com países como Argentina,
Estados Unidos e Israel foram levadas ao limite do rompimento. Vamos
reverter esse quadro com profissionalismo e f oco no interesse do Brasil.
Negociaremos com todos os que interessam ao Brasil, da China à União
Europeia, dos Estados Unidos aos mercados asiáticos, porque o que orienta a
nossa diplomacia é o interesse do produtor e do trabalhador brasileiro, não a
simpatia ou a antipatia por este ou aquele governo.
Defender a soberania de verdade não é fazer discurso: é abrir mercados para
quem produz aqui, atrair investimento e garantir que o Brasil seja respeitado
por sua força econômica e por sua seriedade, não por bravata.
Brasil no mundo
país integrado ao mundo é país que atrai investimento e emprego
Um país que produz precisa vender ao mundo e atrair quem queira investir
aqui, sem se tornar refém de ninguém. Nosso projeto equilibra a abertura
comercial com o papel do Estado de evitar a dependência excessiva em
áreas críticas, como as cadeias de suprimentos e de tecnologia. É uma
diplomacia que reconhece o peso de atores que vão além dos Estados, e que
trabalha para aprofundar a inserção do Brasil junto aos principais polos
econômicos e tecnológicos do mundo e para avançar em acordos que
ampliem mercados e reduzam vulnerabilidades.
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O passo mais urgente é retomar o cronograma interrompido de adesão à
OCDE, incluindo o fim gradual do IOF sobre o câmbio , que é condição
obrigatória do processo. A adesão à OCDE é mais do que um selo: ela exige
convergência das nossas normas aos padrões internacionais, melhora a
governança das empresas estatais, reduz a corrupção e integra o Brasil às
melhores práticas globais. Retomar esse referencial permitirá, inclusive,
superar a relativização da Lei das Estatais conduzida em 2023 por decisão
judicial, devolvendo segurança e previsibilidade a quem investe. E vamos nos
preparar para uma abertura comercial que dê ao setor produtivo acesso a
bens de capital, tecnologia e insumos importados , num ambiente de
concorrência que reduz preços e melhora a oferta ao consumidor.
Vamos executar um plano nacional de integração às cadeias globais de
valor, com apoio real para o setor produtivo ganhar produtividade, tendo
como prioridade a agroindústria avançada, os minerais críticos, a saúde e a
economia digital, e apoiar a internacionalização das pequenas e médias
empresas via BNDES e Apex-Brasil, para que o produto brasileiro chegue
mais longe. Nossa energia limpa e a sustentabilidade são vantagens
competitivas que sustentam essa projeção: nossa meta para 2030 é posicionar
o Brasil entre os principais destinos mundiais de investimento em
transição energética, tendo os biocombustíveis, a energia solar, a eólica e o
hidrogênio verde como alavancas e a diplomacia como instrumento
permanente. E vamos fortalecer as multinacionais brasileiras, ampliando
sua presença internacional pela abertura econômica, pela adesão às regras da
OCDE e por acordos comerciais de ganho mútuo. País integrado ao mundo é
país que atrai investimento, e investimento é emprego que chega à ponta.
Nossas ações concentrarão esforços no combate ao crime organizado e outras
ameaças à segurança e defesa nacional. Incentivaremos amplo espectro de
tecnologias disponíveis, com foco em inovação como drones e inteligência
artificial. Os investimentos nas Forças Armadas devem ser condizentes com a
inserção de um país que é membro de diferentes blocos e grupos de nações,
voltados ao enfrentamento de desafios políticos e econômicos globais.
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Competitividade doméstica
crescer por dentro para competir por fora
De nada adianta um punhado de campeãs nacionais se o restante da
economia patina em baixa produtividade. A competitividade doméstica é o
fundamento da projeção internacional: é o foco em infraestrutura,
produtividade, segurança jurídica, estabilidade macroeconômica, acesso à
crédito e juros civilizados que dá às empresas brasileiras, grandes e
pequenas, as condições de um processo longo e seguro de inserção no
mundo. Um país competitivo por dentro é um país que gera emprego, renda
e prosperidade que chega a todos.
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BRASIL QUE CUMPRE A CONSTITUIÇÃO
regras que valem para todos e não mudam no meio do jogo
Um país só prospera quando as regras são claras, valem para todos e não
mudam ao sabor de quem está no poder. Quando um só Poder decide tudo,
quando uma canetada substitui a lei votada pelos representantes do povo,
quando ninguém sabe qual será a regra amanhã, o investimento foge, o
emprego não vem e o cidadão perde a confiança nas instituições. O Estado
brasileiro precisa ser modernizado, garantir o equilíbrio entre os Poderes e
retomar a normalidade democrática. Não há espaço para privilégios,
mordomias e a hipertrofia de um Poder sobre os demais. E o foco de tudo volta
a ser o cidadão, que precisa poder cobrar seus representantes e ver suas
necessidades atendidas.
Reforma do Judiciário: o STF como Corte Constitucional
O Supremo Tribunal Federal acumulou, ao longo dos anos, um volume de
funções que não tem paralelo nas Cortes Constitucionais de outras nações.
Esse acúmulo gera insegurança jurídica, instabilidade democrática e um
desequilíbrio entre a vontade dos representantes eleitos pelo povo e a revisão
dessa vontade, muitas vezes ancorada em interpretações subjetivas da
Constituição. Devolver o Supremo ao seu papel de Corte Constitucional é
restabelecer o equilíbrio entre os Poderes, que é a base da democracia.
Propomos:
• Fim das competências criminais originárias do STF, permitindo que
parlamentares sejam julgados por instâncias inferiores, como o STJ ou
os TRFs, para que exerçam seus mandatos com mais altivez, sem que
isso represente qualquer contrapartida de impunidade.
• Limitação das decisões monocráticas do STF, privilegiando as
decisões colegiadas e presumindo a constitucionalidade do processo
legislativo, para que a caneta de um só ministro não se sobreponha ao
trabalho de todo o Congresso.
• Revisão do escopo das ADPFs e dos legitimados ativos para a
proposição de ADPFs, ADIs e ADCs.
• Quarentena de 1 ano para que Ministros de Estado possam ser
indicados ao STF.
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• Impedimento de parentes de até terceiro grau, e respectivo escritório,
para atuar no tribunal do respectivo magistrado.
• Ampliação da participação da sociedade civil no CNJ e CNMP, e
redefinição de suas competências para limitar sua atuação de
natureza legislativa.
Nenhuma dessas medidas enfraquece o Judiciário. Todas o devolvem ao seu
lugar constitucional, e devolvem ao povo, por meio de seus representantes
eleitos, o poder de decidir sobre a própria vida.
Reforma política
A reforma política é urgente e será prioridade. O modelo atual favorece a
perpetuação de políticas de "meia-entrada", o capitalismo de compadrio e a
falta de atenção às necessidades básicas da população. Houve, recentemente,
uma queda importante no número de partidos com assento no parlamento,
mas é preciso ir além, para que os partidos tenham de fato nitidez
programática e densidade. O foco deve ser a representatividade e a
proximidade entre o eleitor e o eleito, superando o sistema atual em que a
desconexão perdura ao longo de toda a legislatura de quatro anos.
E propomos o fim da reeleição para o cargo de Presidente da República. Ao
contrário do PT, o nosso projeto é de país, não de poder. Já existe uma PEC
protocolada no Senado Federal com essa proposta, de autoria do senador e
futuro presidente do Brasil, Flávio Bolsonaro.
Tesouraço na Censura
Numa democracia, todo cidadão tem o direito de concordar ou discordar, de
criticar e de questionar, e nenhum governo pode punir quem pensa diferente
dele. Sob o atual governo, porém, cresceu um aparato apelidado de “Ministério
da Verdade”: estruturas criadas para tratar como desinformação aquilo que
incomoda o poder, o que abre a porta para a censura de opositores, jornalistas
e cidadãos comuns.
Vamos fazer um Tesouraço da Censura: acabar com qualquer estrutura estatal
que funcione como um “Ministério da Verdade", encarregada de vigiar, rotular
ou punir o que as pessoas dizem. E vamos revogar todos os atos que o atual
governo produziu para silenciar seus críticos, para que a censura já praticada
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não deixe herança. Crime se combate na Justiça, com regras claras e direito
de defesa. O que o governo não pode fazer é transformar a crítica em delito.
Nós defendemos o direito de sermos criticados, com foco na liberdade de
expressão prevista na Constituição Federal.
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BRASIL QUE NÃO VOLTA ATRÁS
para que tudo isso seja permanente, e não uma bolha que estoura
Um plano de governo não vale pelo que promete, mas pelo que consegue
sustentar. De nada adianta baixar imposto hoje se a conta volta amanhã, nem
prometer serviço melhor se o Estado gasta mais do que arrecada e joga a
fatura para os filhos e netos de quem trabalha. Este capítulo é a garantia de
que tudo o que foi prometido nos anteriores tem lastro, e não vai virar uma
bolha que estoura depois da eleição. É o compromisso com quem paga a
conta: o cidadão.
O contraste é claro. A gestão atual elevou a relação entre a dívida bruta e o PIB
em 13 pontos percentuais em quatro anos , sem enfrentar nenhuma
pandemia, e o resultado veio na forma de inflação fora da meta, a maior taxa
de juros em 19 anos e 30 novos impostos ou aumentos de alíquota. Nós
fizemos o oposto: mesmo diante da maior pandemia em cem anos,
reduzimos em 4 pontos percentuais esse mesmo indicador. Já demos o
exemplo, e vamos dar de novo.
Nossa bandeira é um grande TESOURAÇO: um corte profundo e por todos os
lados, que enxuga a máquina, coloca as contas em ordem e reduz os impostos
que pesam sobre quem produz. E é também um Estado organizado para
prevenir a corrupção: com transparência, mérito e regras claras, fecha -se o
espaço para o desvio. É o que detalham as próximas páginas.
Mais Brasil e menos Brasília
"Mais Brasil, menos Brasília" não é uma frase nova para nós: é um jeito de
governar que já praticamos. No nosso governo, o município deixou de ser um
subordinado que pede favor em Brasília e passou a ser tratado como parceiro,
com mais autonomia e mais protagonismo para o prefeito resolver a vida da
sua cidade. E quando a pandemia ameaçou quebrar estados e municípios, foi
o governo Bolsonaro que garantiu o socorro federativo, entregue
diretamente ao poder local para manter a saúde, o funcionalismo e os serviços
de pé, no momento mais difícil. Enquanto uns falam em federalismo, nós o
praticamos.
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Vamos retomar e aprofundar esse caminho. Promoveremos a revisão do
pacto federativo e a redefinição das regras e dos processos orçamentários,
e revisar a legislação para agilizar a aprovação, a liberação dos recursos e a
prestação de contas. Hoje o dinheiro existe, mas emperra no caminho: o
gestor local recebe o recurso e não consegue executá -lo, travado por
exigências que consomem meses. Destravar isso é fazer a escola ser
reformada mais rápido, o posto de saúde funcionar antes e o dinheiro do
cidadão render mais perto de casa.
No mesmo esforço de organizar melhor o orçamento, daremos mais
transparência, controle e rastreabilidade às emendas parlamentares,
priorizando sua alocação em políticas públicas prioritárias do Plano Plurianual,
aprovado pelo parlamento.
Enxugar a Máquina e Profissionalizar a Gestão Pública
A máquina pública não pertence a quem está no poder: pertence ao cidadão
que a paga. Um Estado bem gerido custa menos e serve melhor. Daremos
continuidade à reforma administrativa que já colocamos em discussão, para
modernizar o funcionamento do Estado e a carreira do servidor. E faremos
uma ampla revisão normativa infralegal , na gestão pública e nas áreas
tributária, previdenciária e trabalhista, que elimine o excesso de regras que
trava a economia e encarece a máquina. Isso inclui o corte de no mínimo 10
ministérios, a redução de cargos comissionados e de despesas
administrativas e o combate aos penduricalhos e supersalários que
corroem o orçamento, tudo com um objetivo: mais eficiência e racionalidade
para servir à sociedade. A tecnologia é nossa aliada nessa tarefa: a digitalização
dos serviços públicos, que devolve tempo ao cidadão no Brasil sem Fila, é
também o que permite um Estado mais ágil e menos custoso por dentro.
Vamos também profissionalizar as agências reguladoras, fortalecendo os
critérios técnicos na indicação de seus dirigentes, com avaliações periódicas e
um amplo revogaço regulatório, preservada a segurança jurídica.
Mas um Estado eficiente não se faz só com boas estruturas e boas normas: faz-
se, acima de tudo, com as pessoas certas no comando. Para o PT, cada estatal,
cada diretoria, cada fundo de pensão é espaço a ser loteado entre aliados, e foi
assim que a Lava Jato encontrou, no aparelhamento das estatais, o coração do
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maior esquema de corrupção da história do país. Uma estatal
profissionalizada, comandada por quem entende do negócio, dá resultado e
devolve valor à sociedade, como se viu no governo Bolsonaro. Nós
governamos pela competência, e não pelo apadrinhamento: ca da posto de
responsabilidade no Estado deve ser ocupado por quem entende do assunto,
não por quem prestou serviço à campanha.
Nas empresas públicas, essa proteção tem nome: a Lei das Estatais, de 2016,
criada depois da Lava Jato para blindar as estatais da indicação política, com
exigência de qualificação técnica e quarentena para quem vem de campanha
eleitoral. Tentaram enfraquecê-la; nós vamos fortalecê-la. E vamos além:
sempre que possível, o comando das estatais e dos cargos de direção será
preenchido por recrutamento com regras de mercado, com busca ativa de
profissionais qualificados, como fazem as empresas privadas quando
procuram seus executivos, escolhendo pela competência comprovada, e não
pela conveniência política.
Vamos blindar os fundos de pensão das estatais da indicação política,
porque a aposentadoria do trabalhador não pode virar cofre de projeto de
poder. E vamos retomar o Programa Nacional de Desestatização com
critério, avaliando caso a caso onde a presença do Estado deixou de fazer
sentido. Estatal não é palanque nem cabide de apadrinhado: é patrimônio do
brasileiro, e vai ser tratada como tal.
É assim que se combate a corrupção de forma duradoura: organizando o
Estado para preveni-la. Comando técnico no lugar do apadrinhamento,
estatais e fundos de pensão protegidos da indicação política e transparência
sobre cada gasto são medidas que fecham as portas ao desvio. Um Estado
bem estruturado é a forma mais eficaz de combater a corrupção.
Contas em ordem para juros e inflação menores
O PT destruiu o teto de gastos tendo em mente, antes de tudo, um projeto de
poder: retirou as sanções e as travas e projetou regras frágeis, que pudessem
ser mudadas conforme a conveniência, sempre com foco na reeleição. Para
implodir o teto, aprovou uma PEC da transição que tirou da Constituição as
regras de controle da despesa e as jogou para lei complementar. Fingindo
responsabilidade, criou na prática um gasto discricionário sempre crescente:
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uma legislação que já nasceu cheia de exceções e teve as próprias regras
furadas mais de uma dezena de vezes, abrindo novos gastos fora do limite e
levando a dívida ao assombroso patamar atual.
Vamos fazer o oposto: faremos nossos gastos caberem no orçamento, o que
permitirá cobrar menos impostos e não empurrará dívida para as próximas
gerações. Apresentaremos uma reformulação nas atuais regras fiscais, com
regras claras focadas na estabilização e na redução da dívida pública
conforme determina a Constituição . Vamos construir o equilíbrio fiscal
duradouro, entregando superávits primários e limitando o crédito subsidiado
com recursos do Tesouro, mitigando pressões inflacionárias. E haverá uma
regra clara de controle de gastos discricionários dos três Poderes da União.
Regras claras trazem previsibilidade e credibilidade, tornando o país mais
atrativo e competitivo. A meta é alcançar, no menor prazo possível, a
estabilidade e depois a queda da relação Dívida/PIB, o que puxa os juros para
a média internacional e leva a inflação ao centro da meta. Não é abstração de
economista: é o que faz o crediário caber no bolso, o financiamento da casa
ser possível e o salário parar de derreter no fim do mês.
Junto disso, um choque de gestão vai colocar o patrimônio público a serviço
da sociedade, com reforma do processo orçamentário e uma agenda
permanente de transparência e avaliação de políticas públicas ,
identificando quem são os beneficiários de cada programa e medindo o
impacto real de cada gasto. Dinheiro público é dinheiro do cidadão, e cada real
precisa mostrar o que entregou.
Menos impostos: a reforma tributária corrigida
A reforma tributária aprovada pela atual gestão foi entregue ao sabor dos
lobbies. Como toda a transição ficou para os mandatos seguintes, quem
aprovou não se desgastou, e a população ficou com a conta: cerca de R$ 1
trilhão sem fonte orçamentária definida nos dois fundos criados pela reforma,
além de mais de R$ 500 bilhões em exceções decorrentes dos lobbies, que
passaram a ser permanentes.
Vamos promover a revisão e o redimensionamento da reforma tributária em
curso e da majoração de impostos efetuada pelo atual governo, com o objetivo
de reduzir efetivamente a carga sobre a produção e o consumo. Vamos corrigir
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suas distorções, reduzir o IVA, hoje projetado num dos patamares mais altos
do mundo, e assegurar a não cumulatividade, para que não se cobre imposto
sobre imposto. Assim a reforma fica mais equilibrada, preservando a
simplificação e a aderência às melhores práticas internacionais . O esforço de
simplificação continuará: menos impostos, legislação unificada, desoneração
das exportações e dos investimentos e redução das exceções, para que grupos
parecidos paguem impostos parecidos. O círculo virtuoso é claro: menos
impostos, mais formalidade, mais crescimento.
O lado dos aposentados: fim das fraudes
O nosso lugar sempre foi ao lado de quem trabalhou a vida inteira. Em janeiro
de 2019, a primeira medida do nosso governo, logo após a redução dos
ministérios, foi a MP Antifraudes (MP nº 871/2019), que exigiu a revalidação
anual dos descontos associativos na aposentadoria, cancelando qualquer
desconto feito sem o consentimento do aposentado. Foi o primeiro governo
em quase trinta anos a enfrentar esse escárnio contra os idosos. A medida caiu
como uma bomba entre sindicatos e partidos de esquerda, que se
mobilizaram e conseguiram suprimir essa e outras barreiras antifraude. O
resultado foi a Farra do INSS: a explosão de descontos indevidos que triplicou
os valores roubados de idosos, pensionistas e beneficiários de programas
sociais em 2023 e 2024.
E não paramos por aí. Mesmo depois de deixarmos o governo, seguimos a luta
pelo aposentado a partir do Congresso: foi a mobilização da oposição, após a
CPMI do INSS e contra a resistência do governo Lula, que conseguimos
aprovar o fim definitivo dos descontos associativos, em novembro de 2025.
Vamos retomar esse combate com prioridade máxima. Reeditaremos um
pacote antifraude na Previdência, nos moldes do que fizemos em 2019, e não
pouparemos esforços para coibir qualquer nova tentativa de roubar o dinheiro
de quem já deu sua contribuição ao país.
Não podemos deixar que o consignado dos beneficiários do INSS se torne o
próximo capítulo dessa história. O que se viu nos descontos associativos
mostra o estrago que a falta de controle é capaz de causar. Vamos mudar a
governança do consignado para que a fraude não se repita, revendo quem
opera esses descontos e como são autorizados, com mais transparência e mais
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controle, incluindo dupla checagem que impede que tirem do benefício o que
não foi autorizado. Chega de tratar quem depende do INSS como presa fácil.
E o combate à espera que ainda castiga o aposentado, com a fila do INSS que
chegou a três milhões de requerimentos, está detalhado no Brasil sem Fila,
com a digitalização dos processos e a profissionalização da gestão do órgão.
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CONCLUSÃO: UM CONVITE À NAÇÃO
Chega de medo. Um país não prospera enquanto o crime manda na esquina,
enquanto a mãe reza para o filho voltar da escola e o comerciante decide se
abre a porta. A primeira coragem do nosso governo será recuperar os
territórios dominados pelas facções e devolver ao brasileiro o direito de ir e vir,
de trabalhar, de empreender e de ser feliz. Um Estado que se orienta pela vida
do cidadão não trata bandido como "nosso criminoso".
E o mesmo Estado que protege precisa sair do cangote de quem trabalha. Ao
longo destas páginas, propusemos um caminho que se sustenta por inteiro,
porque cada parte apoia a outra. Fortalecemos as mulheres, porque quando
elas avançam a família inteira avança. Devolvemos o tempo do cidadão, com
um Estado digital que acaba com a fila. Fazemos sobrar dinheiro no fim do
mês, com menos imposto no consumo e juros que só caem quando as contas
se ajeitam. Damos à família as ferramentas para vencer, com educação que
ensina, saúde que cuida e apoio a quem precisa cuidar. Abrimos o caminho da
prosperidade, da proteção social ao primeiro patrimônio. Fazemos o país
crescer, com infraestrutura, energia, agro e tecnologia que multiplicam cada
conquista. Garantimos regras que valem para todos, com instituições fortes e
cada Poder no seu lugar. E asseguramos que nada disso volte atrás, com
equilíbrio fiscal e combate à corrupção, para que o que foi conquistado não
vire uma bolha que estoura.
Não é uma lista de promessas soltas: é uma jornada. Cada etapa apoia a
seguinte, da segurança que é a base de tudo até o patrimônio que coroa o
esforço de uma vida. E é uma jornada que o cidadão percorre pelas próprias
pernas, com o Estado como parceiro a abrir o caminho, não como tutor a ditar
os passos.
Tudo isso repousa sobre valores que não negociamos: a vida, a liberdade, a
família, a propriedade, a democracia e a fé. Foi com eles que enfrentamos, no
passado, um dos períodos mais difíceis da história recente, e é com eles que
vamos construir o que vem pela frente. Um Estado que garanta segurança
sem transformar o cidadão em prisioneiro dentro da própria casa.
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Temos um novo caminho à nossa frente, e sua definição depende de uma só
coisa: a sua escolha. Cumpriremos este programa em nome da paz, da
harmonia e da esperança que ainda existe entre nós, obedecendo às
instituições, seguindo as leis e resguardando a ordem, sem a qual não há
progresso.
O Brasil precisa de todas as famílias. Nossa promessa é reconstruir um país
moderno, próspero, democrático e justo, sem divisão. E o nosso convite é para
que você faça parte dele.